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“SONETO DE CARNAVAL” – Vinicius de Moraes
Soneto de Carnaval Distante o meu amor, se me afigura O amor como um patético tormento Pensar nele é morrer de desventura Não pensar é matar meu pensamento. Seu mais doce desejo se amargura Todo o instante perdido é … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (23)
Celeste, com voz alegre, apresenta a nova inquilina: – Tia, esta é a tal menina rabugenta de que lhe falei e que, veja bem, não gostou de viver nem no Orfanato nem na Casa de Acolhimento. Julga-se uma princesa. – … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (22)
Três dias depois, Maria recebe ordens para se sentar no banco existente no hall de entrada e esperar que a chamem. Ouve passos suaves no corredor que produzem o ranger … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (21)
Maria percebe que o ambiente de aparente paz está a ficar minado pelos acontecimentos recentes. Resolve escrever à enfermeira Celeste a contar esta história que tanto a humilhara. Tem a certeza que Fernanda pretendeu vingar-se por ter perdido o lugar … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (20)
A Madre Superiora entra na sala de aula. Todas se levantam em simultâneo. Olha à sua volta, observando as raparigas como se fosse um Oficial a passar revista às tropas. Inicia a análise de cada trabalho, minuciosamente. Após acabar o … Continuar a ler
“PARABÉNS! LUÍSA DACOSTA
LUÍSA DACOSTA nasceu no dia 16 de Fevereiro de 1927 em Vila Real. É formada em Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras, em Lisboa. Foi professora do antigo Ciclo Preparatório nas escolas Ramalho Ortigão e Francisco Torrinha, até se reformar por limite … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (19)
A Madre Superiora entra na sala de aula. Todas se levantam em simultâneo. Olha à sua volta, observando as raparigas como se fosse um Oficial a passar revista às tropas. Inicia a análise de cada trabalho, minuciosamente. Após acabar o … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (18) – José Eduardo Taveira
As vinte e duas raparigas que estão internadas na Casa de Acolhimento vivem sozinhas, porque não há espírito de grupo, nem tão pouco actividades colectivas que estimulem o contacto entre elas. Ali não há espaço para amizades ou simpatias. … Continuar a ler
“JUNTOS PARAR SEMPRE” – (17)
A viagem a pé até à Casa de Acolhimento durou uma hora. A freira não pronunciou uma palavra durante o percurso. Chegadas à Casa de Acolhimento, ordena a Maria que se sente num banco de ferro forjado, bastante incómodo, … Continuar a ler
“PARABÉNS! ALMEIDA GARRETT
ALMEIDA GARRETT nasce no Porto a 4 de Fevereiro de 1799 e vive até 9 de Dezembro de 1854. Por razões políticas, a sua família é obrigada a refugiar-se nos Açores, durante a segunda invasão francesa, que entrou em Portugal por … Continuar a ler

