Depois da Vela Apagada

Capa

Depois da Vela Apagada

O Sentido

O quanto nos é difícil encontrar o caminho certo para o sentido da nossa existência… Dois mil Anos (d. C.), e a humanidade continua a pisar as velhas calçadas, na esperança de um dia encontrar caminhos de pétalas perfumadas… (…)

Rómulo Duque

Anúncios
| 1 Comentário

O Último Oleiro

OUO

O livro “O Último Oleiro” pode agora ser seguido com o QR Code, link directo através do seu telemóvel.

Também em versão e-book

Cumprimentos

Rómulo Duque

Sitio do Livro

| Publicar um comentário

Depois da Vela Apagada

DVA

O livro “Depois da Vela Apagada pode agora ser seguido com o QR Code, link directo através do seu telemóvel.

Também em versão e-book

Cumprimentos,

Rómulo Duque

Sitio do Livro

| Publicar um comentário

Um novo poema: «Vida…»

A título excepcional – pois que de há muito abandonámos a escrita poética regular -, aqui publicamos este poema de nossa lavra, recentemente composto e sob distinto estilo daqueloutro que, em tempos, houvéramos adoptado.

 

VIDA…

 

Morro, tal-qual o dia

Se fina ao sol-poente.

Vida…

Nigérrimos vultos entoam

A melodia…

Funérea, hirta, solene,

Pesadamente pungente…

Vida…

É um adeus ao vale de lágrimas,

É saudação em alvoroço…

A quê?

Vida…

É adeus à vida, sim, e as lágrimas

Não são de tristeza, não,

Serão de alegria…

Alegria em alvoroço, sim…

Vida…

Prédicas, rezas, latinórios,

Voz pesada do cura pachorrento,

Bocejos, esperas, impaciências…

Não é morte que surge, mas

Vida…

Vida que segue.

Deixá-lo descansar, coitado…

Que da vida vai ele bem cansado…

Para quê tanto frenesi?

Deixem-no!

Deixem-me!

Ó vida!

Ó vida, que te não vejo!

Vem a morte, vem,

E só se diz

Vida…

Vida nova que a morte traz.

Descansa, pobre criança,

No regaço que ora se te oferece,

Dos padecimentos pode já

Ter a esmola que merece

Toda a frustrada esperança!

Vida…

Corpo em terra, já sepulto,

Tudo acaba, tudo começa…

É o fim? É o princípio?

Vida…

Vida segue, vida acaba,

Seguem esperanças, findam amarguras…

E o fardo é tão pesado, tão pesado…

— Dorme bem, filho querido!

 

Diogo Figueiredo P. D. Ferreira

| Publicar um comentário

Não vai haver desistência

Isto vem a propósito de ter sido encorajado por alguém da minha área.

Até tudo se provar com o justo juízo e preceitos honestos e transparentes, a que todos nós engenheiros sem exceção devem ficar sujeitos com toda a dignidade, cada vez que produzem um trabalho; porque há interesse, gosto e motivação nas matérias.

https://www.youtube.com/user/MendesOsvaldo

http://osicode.esy.es/

Se a tese serve para nos prepararmos para o mercado de trabalho, então deveria poder defender as minhas aplicações tal como aconteceu com a tese.

Os interesses podem vir a tornar isto interessante.

Publicado em Opiniões | Etiquetas | Publicar um comentário

Crescendo Constroem-se os Sonhos(V)

Crescendo Constroem-se os Sonhos (V) Macedo Teixeira    Afinal, vejo agora com claridade que a razão pela qual cada um se guia e se rege e a razão da sua vida que, sendo original, dá-lhe o toque de…

Fonte: Crescendo Constroem-se os Sonhos(V)

| 1 Comentário

Crescendo Constroem-se os Sonhos(V)

Crescendo Constroem-se os Sonhos (V) Macedo Teixeira    Afinal, vejo agora com claridade que a razão pela qual cada um se guia e se rege e a razão da sua vida que, sendo original, dá-lhe o toque de…

Fonte: Crescendo Constroem-se os Sonhos(V)

| Publicar um comentário