Monthly Archives: Junho 2012

Nós e as “gavetas”

O tempo muda as gavetas. O tempo encerra umas e abre outras. Felizmente eu tenho várias gavetas ordenadas no interior, e continuo a abrir quase as mesmas e a fechar as que merecem ser fechadas. Tudo isto para que eu … Continuar a ler →

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Apresentação na Biblioteca Lúcio Craveiro

      Decorreu esta tarde a apresentação do livro Depois da Vela Apagada, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, com a excelente apresentação do Dr. Tarroso Gomes e Cândida Veloso, em volta dos contos da nossa terra, para um … Continuar a ler →

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PARABÉNS, JOSÉ GOMES FERREIRA

José Gomes Ferreira nasceu no Porto a 9 de Junho de 1900 e viveu até 8 de Fevereiro de 1985. Foi poeta e escritor. Pertenceu à geração do Novo Cancioneiro, expressando as suas influências neo-realistas Estudou nos liceus Camões e Gil Vicente. Em 1924 formou-se em Direito. Foi cônsul na Noruega durante quatro anos. Colaborou nas revistas “Presença”, “Seara Nova”, “Descobrimento”, “Imagem”, “Ressurreição” e … Continuar a ler →

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Depois da Vela Apagada

O autor com este conto, que é também um ensaio, apresenta diversas dissertações críticas e sempre com alguma ironia sobre o sentido da nossa actual vivência, bem como a postura cívica herdada dos nossos antepassados. Sugere como uma sociedade interventiva … Continuar a ler →

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És de mar feito…

És de mar feito Profundo estreito Sei que me ouves nas estrelas Quando a noite se faz Somos dum abraço Que não se vê Que morre na alvorada Então somos mar e céu mais uma vez Choramos de saudade Enquanto … Continuar a ler →

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Apresentação do meu novo livro

Apresentação do meu novo livro, no próximo sábado dia 09 de Junho pelas 16h00 na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga. A apresentação a cargo do Dr. Tarroso Gomes e de Cândida veloso. Depois da Vela Apagada é a … Continuar a ler →

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UM POVO IMBECILIZADO E RESIGNADO…

Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já … Continuar a ler →

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Retalhos….

Quando me encontrei na estrada abri o porta-luvas e de lá tirei um maço de tabaco. Acendi um com toda a energia que ainda me restava. Desci a variante em direcção a Espinho a 190 km/h e no meu telemóvel, … Continuar a ler →

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NÓS, PORTUGUESES, PORQUE SOMOS ASSIM?

– “Dizem mal de tudo com uma insinceridade genial. Os Portugueses são a gente mais insincera que há. Por isso são raramente grandes artistas.” Agustina Bessa Luís – “O povo português é, essencialmente, cosmopolita. Nunca um verdadeiro português foi português: … Continuar a ler →

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