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Wolfgang, o guerreiro nórdico ( de Danilo Pereira )
Na era medieval existiu um homem de cabelos dourados que em vida tinha sido um guerreiro notável. Ele ficou conhecido por ser um profundo conhecedor do aço e por destroçar os seus inimigos no campo de batalha. Certo dia, como … Continuar a ler
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3 comentários
“SERMÃO DE QUARTA-FEIRA DE CINZAS” – Padre António Vieira
“Quando considero na vida que se usa, acho que não vivemos como mortais, nem vivemos como imortais. Não vivemos como mortais, porque tratamos das coisas desta vida como se esta vida fora eterna. Não vivemos como imortais, porque nos esquecemos … Continuar a ler
O consultório do dr Zezinho
Primeiro, – e logo que desci da camioneta de passageiros, – fui procurar o largo da morada do consultório do médico que me tinham recomendado. Foi fácil, pois havia dois largos separados por uma pequena igrejinha, mais propriamente uma ermida … Continuar a ler
“SONETO DE CARNAVAL” – Vinicius de Moraes
Soneto de Carnaval Distante o meu amor, se me afigura O amor como um patético tormento Pensar nele é morrer de desventura Não pensar é matar meu pensamento. Seu mais doce desejo se amargura Todo o instante perdido é … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (23)
Celeste, com voz alegre, apresenta a nova inquilina: – Tia, esta é a tal menina rabugenta de que lhe falei e que, veja bem, não gostou de viver nem no Orfanato nem na Casa de Acolhimento. Julga-se uma princesa. – … Continuar a ler
Conhecido desde sempre como ave de bons augúrios, o rouxinol povoou a imaginação de todos nós por ser uma constante nos contos de fadas, poemas ou até mesmo fados, ao som dos quais fomos crescendo. Conhecido pelo seu canto … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (22)
Três dias depois, Maria recebe ordens para se sentar no banco existente no hall de entrada e esperar que a chamem. Ouve passos suaves no corredor que produzem o ranger … Continuar a ler
Mertre marceneiro
Das minhas andanças pela vida, ainda rapazola, passei pela oficina de mestre marceneiro, ou mestre Luís para os aprendizes, e para os amigos. Mestre Luís tinha uma pequena oficina numa garagem de rua, dessas que têm apenas uma entrada e … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (21)
Maria percebe que o ambiente de aparente paz está a ficar minado pelos acontecimentos recentes. Resolve escrever à enfermeira Celeste a contar esta história que tanto a humilhara. Tem a certeza que Fernanda pretendeu vingar-se por ter perdido o lugar … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (20)
A Madre Superiora entra na sala de aula. Todas se levantam em simultâneo. Olha à sua volta, observando as raparigas como se fosse um Oficial a passar revista às tropas. Inicia a análise de cada trabalho, minuciosamente. Após acabar o … Continuar a ler

