Uma ideia que surgiu na madrugada…

Comecei a escrever este livro uma madrugada em que viajava para Faro. Ao sair de casa toda a cidade parecia dormir e o título “Todos dormem na Terra das Fadas” pura e simplesmente surgiu na minha mente. Como não acredito nos acasos, comecei nesse mesmo dia a deixar a magia acontecer, numa folha de papel, no comboio e assim aconteceu…

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CARTA PARA A RAINHA DE INGLATERRA

RAINHA DE INGLATERRA

Rainha

Buckingham Palace

London SWIA IAA.

Majestade,

É com muito prazer que vos convido a participar com um artigo num livro intitulado A Filosofia segundo Monty Python. Irei editar o livro com George A. Reisch e irá ser publicado pela Open Court Publishing Company.

Como, sem sombra de dúvida, é do vosso conhecimento, o humor dos Monty Python abordou importantes e fascinantes temas filosóficos. O nosso livro irá incluir artigos que farão esta intersecção entre os Monty Python e a filosofia.

Eminentes filósofos e reconhecidos intelectuais contribuíram, e posso assegurar-vos que o vosso contributo irá ficar em boa companhia intelectual.

É possível que estejais paralisada por falta de ideias. Lembrai-vos de que o humor dos Pynton se fez, muitas vezes, à custa da vossa própria Família Real, e de instituições caras a Inglaterra. Esta poderá ser a vossa oportunidade para ajustar contas, ou, se isso não for do vosso agrado (eu próprio tendo a ignorar pura e simplesmente as críticas e, talvez, seja essa a vossa maneira de lidar com o assunto), podemos considerar que esta é a oportunidade de comentar o lugar que os Pyton têm nos corações da Família Real. Está inteiramente nas vossas mãos.

É claro que deveis ter uma agenda muito ocupada. Mas espero que consigais arranjar tempo para contribuir com um artigo – nem que sejam apenas algumas palavras – para o nosso livro.

Apesar de tudo, o espaço é limitado; pedimos que, por favor, não demoreis na vossa resposta. Por outro lado, poderíamos ter de empurrar um professor assistente para arranjar espaço para a vossa contribuição, se isso acontecesse. Mas, por favor, tende este facto sob a vossa coroa.

Espero ansiosamente pela vossa resposta. Sempre vosso,

Gary L. Hardcastle

Professor Assistente de Filosofia

Universidade de Bloomsburg

 

Nota 1: Esta carta está publicada no livro “A Filosofia Segundo Monty Python”, coordenado por Gary L. Hardcastle e George A. Reisch.

Nota 2: A resposta da Rainha, hilariante, será publicada, em breve, neste Blog.

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Poética chuva esta…

Poética chuva esta...

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SUGESTÕES PARA QUEM QUER ESCREVER UM LIVRO

ESCREVER UM LIVRO

– Ernest Hemingway:

Elimine toda a palavra supérflua.

– Use frases curtas. Use parágrafos de abertura curtos. Use o seu idioma de maneira vigorosa.

Gabriel García Márquez:

Uma coisa é uma história longa e outra é uma história alongada.

– O final de uma história deve ser escrito quando você ainda estiver na metade.

Friedrich Nietzsche:

O escritor está longe de possuir todos os meios do orador. Deve, pois, inspirar-se em uma forma de discurso expressiva. O resultado escrito, de qualquer modo, aparecerá mais apagado que seu modelo.

– A riqueza da vida se traduz na riqueza dos gestos. É preciso aprender a considerar tudo como um gesto: a longitude e a pausa das frases, a pontuação, as respirações; também a escolha das palavras e a sucessão dos argumentos.

Juan Carlos Onetti:

Não escrevam jamais pensando na crítica, nos amigos ou parentes, na doce noiva ou esposa. Nem sequer no leitor hipotético.

– Não se limitem a ler os livros já consagrados. Proust e Joyce foram depreciados quando mostraram o nariz. Hoje são génios.

Gustave Flaubert:

Para se ter talento é necessário estarmos convencidos de que o temos.

 – Todo o talento de escrever não consiste senão na escolha das palavras.

Marcel Proust:

Há somente uma maneira de escrever para todos, que é escrever sem pensar em ninguém.

– Um livro não deve nunca parecer-se com uma conversação nem responder ao desejo de agradar ou de desagradar.

Henry Miller:

Escreva primeiro e sempre. Pintura, música, amigos, cinema, tudo isso vem depois.

– Esqueça os livros que quer escrever. Pense apenas no que está escrevendo.

 Machado de Assis:

 – A primeira condição de quem escreve é não aborrecer.

 – Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.

 

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Últimos dias de desconto promocional

Caros amigos e leitores,

Estes são os últimos dias de desconto promocional da obra “Todos dormem na Terra das Fadas”, no site do Sítio do Livro.

Se ainda não adquiriu, podereá fazê-lo, aproveitando o desconto de 10% em http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/todos-dormem-na-terra-das-fadas/9789899813403/

Contacto para mais informações: coolorir@gmail.com

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COMO FAZER VIR A CHUVA

CHUVA

       “Como ainda estamos na ordem aparente do mundo, fiquemos por momentos com este personagem, sob o seu mui ilustre nome Nasreddin Hodjâ.

Conta-se na Pérsia que um dia, num tempo de seca tenaz, uma delegação foi ter com ele para lhe perguntar se conhecia um meio de mandar vir chuva.

– Claro – disse ele – conheço um.

– Depressa. Diz-nos o que há a fazer.

Nasreddin pediu que lhe trouxessem uma bacia cheia de água, o que foi feito com grande custo. Quando lhe deram a bacia, tirou a roupa e, para espanto de todos, pôs-se a lavá-la tranquilamente.

– Como!? – Exclamaram. – Juntámos toda a água que nos restava e tu serves-te dela para lavar a tua roupa!

– Não vos inquieteis – respondeu Nasreddin – que eu sei muito bem o que estou a fazer.

Levou todo o tempo necessário, a despeito dos insultos e das ameaças. Lavou a roupa com minúcia e depois disse:

– Agora preciso de outra bacia de água.

Os membros da delegação gritaram ainda mais alto. Onde encontrar a segunda bacia? E para quê? Teria ele perdido o juízo?

Nasreddin manteve-se muito calmo e obstinado.

– Sei muito bem o que faço – dizia ele.

Procuraram por toda a parte, espremeram o barro dos poços, até roubaram a água às crianças, mas trouxeram por fim a segunda bacia.

Nasreddin mergulhou nela a sua roupa e enxaguou-a cuidadosamente.

Os outros olhavam, estupidificados. Já não tinham sequer força para gritar.

Finalmente, ele pediu-lhes que o ajudassem a torcer a sua roupa para a escoar bem. Depois levou-a para o seu pátiozinho e pendurou-a numa corda para a pôr a secar.

Quase no mesmo instante formaram-se grossas nuvens que se aproximaram, e a chuva caiu com abundância.

– Aí têm – disse pausadamente Nasreddin. – É sempre o mesmo, quando estendo a roupa.

 

Nota: Este conto está incluído no livro “Tertúlia de Mentirosos” de Jean-Claude Carrière.

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Reflexões

Reflexões
AS MINHAS DÚVIDAS ETERNAS
Afinal, (e quanto ao estado calamitoso a que chegámos, enquanto nação soberana), eu interrogo-me: “Porquê?” E, seguindo esta linha de pensamento, na ânsia de descortinar os maldosos rostos dos inimigos de Portugal, obrigo-me a interiorizar que, os verdadeiros e únicos inimigos de Portugal, afinal, são, simplesmente… os portugueses!
Não temos inimigos externos por uma única razão, entre nações soberanas não existem amizades ou inimizades, existem sim interesses, (ainda que disfarçados de comunidade económica, aparentemente solidária, e com direitos iguais para todos os seus membros, aos quais simpaticamente chamam de iguais entre si), e cada qual cuida, o melhor que sabe e pode, dos seus interesses, em conformidade com as competências intelectuais de que dispõe e soube criar; apenas isso, meus amigos e companheiros, neste eterno infortúnio, desta tão tenebrosa maldade, ou partida, (como queiram chamar-lhe), que a mãe natureza nos pregou, quando, (e quanto ao que penso), por obra do acaso, nos fez nascer em Portugal.
As nossas agruras têm origens bem definidas e, talvez, não tão complexas quanto se possa pensar; são genéticas, e assentam num individualismo exacerbado, acondicionado numa caixa que nos separa do mundo real pelo limite das nossas fronteiras, a que, com propriedade, se pode chamar “caixa da maledicência, da pequenez intelectual, da teimosia sem fundamento, e da mais profunda ignorância.” Somos um Povo sem respeito pelo outro, como resultado de uma ancestral falta de educação; os direitos humanos são uma modesta tábua rasa que se mostra ao mundo vestida e engalanada de cores garridas, para, (como é uso dizer-se), “inglês ver;”e se pouco ou nada nos preocupamos com o nosso semelhante, é com plena e escancarada safadeza que, a maioria de nós, com indiferença e completa displicência, encara esta sociedade que foi o que de melhor conseguimos construir, como a coisa mais natural e normal deste pequeno mundo. “Se nós somos assim, o que havemos de fazer?”
Faz umas dezenas de anos, (para mais de trinta), quando, no meu gabinete da construção da ampliação do complexo industrial da Quimigal, ergui por momentos os olhos dos desenhos e espreitei o exterior palas vidraças da janela; a correr na frente do edifício do escritório via-se o asfalto de uma pequena circulação de serviço e, no outro lado, (dentro do perímetro da construção), reparei no corpo de um operário, dentro de uma vala, com o tronco deitado sobre a terra. Por momentos, fiquei perplexo, mas logo os muitos afazeres me fizeram mergulhar de novo no trabalho. Mais tarde, – nesse mesmo dia, – soube que o homem tinha falecido, em consequência do aluimento das terras do lado oposto da vala. Tratava-se de um velho homem com mais de setenta anos, sem reforma, (situação normal na altura), que trabalhava como trabalhador não qualificado; no dia imediato, em conversa com a direcção da obra, soube que, afinal, o crime compensa; na verdade, o valor da multa pela não entivação das superfícies verticais da vala, era francamente inferior ao custo da entivação.
A mortandade na nossa construção civil na época era, simplesmente assustadora, quer por falta de legislação adequada, quer pelo valor das coimas. Operários caiam pelas caixas dos elevadores por falta de sinalização das mesmas, caiam de andaimes por deficiência dos guarda-costas, dos baileis, por electrocussão quando as pás escavadoras rebentavam cabos de alta tensão assentes em valas, cuja localização se desconhecia. Caiam das alturas das chaminés das construções industriais. Havia de todo o tipo de sinistros que imaginar se possa; o lucro, afinal, era (e ainda é cada vez mais), protegido pela insuficiência e ausência de justiça social do sistema, pela simples razão de que compensava pagar as coimas, em detrimento da aplicação de processos e métodos de protecção, iguais ou semelhantes aos que já eram utilizados nos outros países europeus.
Portugal foi sempre um país de desigualdades consentidas pela esmagadora maioria da sua população, eternamente mergulhada na iliteracia imposta pelo Poder, ou ausente pela ignorância e desconhecimento do que significa qualidade de vida. Em vez de uma moral assente em direitos humanos, uma caridade onde a hipocrisia da sociedade se esconde.
As ferramentas são, (no meu modesto entender), a primeira das primeiras necessidades de um Povo Soberano; elas significam os meios de produção que nos põe o pão na mesa. Por ferramentas entenda-se empresas florescentes, geridas por empresários dinâmicos e inteligentes, que investigam e inovam os seus produtos de parceria com as universidades; empresários que pagam a tempo e horas os seus impostos, o que, à partida, exclui aproximadamente oitenta e cinco por cento do nosso triste mundo empresarial. É a consciência cívica dos empresários que permite o futuro, e nunca o desperdício e o despesismo exacerbado pelas práticas políticas a que estes partidos da dita área da governação nos habituaram.
Quando Portugal entrou para a CEE, E sem que os portugueses o percebessem, o País vendeu a pataco os seus principais meios de produção; tudo foi dizimado. Louças, cristais, industria pesada; as manufacturas que tanto nos distinguiram no mundo. Pescas e agricultura, parcelas tão importantes e indispensáveis à nossa independência e sobrevivência, enquanto nação soberana com novecentos anos de História. O que ficou, do tanto que tínhamos? Ficou a imoralidade de uma justiça que sempre dividiu o nosso pequeno mundo em pobres e ricos, a parte podre e malévola do sistema feudal a que a ditadura nos conduziu, em oposição à nossa História, onde se percebe que, de feudalismo, na verdade tivemos muito pouco. Ficaram as inúmeras favelas, os inúmeros “bairros de lata” a aprisionarem as nossas cidades dentro de um anel de pobreza extrema. Ficou a ignorância e a aceitação da imoralidade e injustiça como fado imposto ao mundo lírico que acredita no destino e na predestinação. Hoje aceite como património imaterial da humanidade, o fado, como preludio que nos obriga a aceitar sem rancor um destino de insignificâncias, simboliza a indolência de um povo que nunca se reconhece tal qual na realidade é…
A Comunidade Europeia injectou milhões em projectos para o nosso desenvolvimento, que pouco soubemos aproveitar; contudo, do muito que entrou, a bondade e a clarividência do primeiro – ministro de então, o professor Cavaco Silva, achou por bem acudir à nossa via rodoviária como primeira necessidade para o desenvolvimento. No Luxemburgo, (onde muitas das habitações não dispunham de casas de banho), a primeiríssima necessidade para o futuro foi a aquisição de meios de produção, o desenvolvimento disciplinado e minucioso, estudado ao pormenor, das indústrias e do comércio. Em Portugal não. A Inteligência Nacional entregou a Industria nas mãos de empresas estrangeiras, mediante programas que consideravam isenção de impostos, acreditando que as mais-valias do conhecimento tecnológico nos seriam servidas numa bandeja, e fizeram-se estradas. Puro erro. Com o fim das isenções as empresas estrangeiras deslocaram-se para outras paragens, em busca do El Dourado da mão-de-obra escrava e sem direitos, e levaram consigo as suas tecnologias. Portugal, pela mão firme e inteligente deste brilhante Estadista, hoje Presidente da “nossa” Republica, e de todos os seus rivais Socialistas, ficou indiferente à destruição sistemática do nosso aparelho produtivo. Aceitaram o abate de barcos de pesca. Aceitaram que o nosso peixe, pescado pelos nossos vizinhos espanhóis, volta-se por via rodoviária, para ser vendido nas nossas lotas.
Hoje, e pela mão firme dos mesmos, somos uma nação sem qualquer futuro. Temos uma dita “Assembleia da Republica” onde a dignidade que distingue e é o timbre dos deputados da maioria, passa pela aceitação de bêbadas e, implicitamente, de bêbados, (de acordo com o principio que um “grãozinho na asa” facilita a verborreia do discurso fácil e inócuo, ao qual, e de uma forma bizarra e divertida, nada tenho a opor); roubamos quem trabalhou e muito fez pelo futuro do País, permitindo com os seus pesados descontos as reformas dos menos aptos, (ao que nada tenho a opor, ainda que tenha chegado a minha hora, e eu não veja o retorno do meu esforço), somos governados por miúdos imbecilizados saídos de juventudes partidárias onde reina tudo, menos alguma, ainda que pouca, experiência de vida), estamos ocupados por estrangeiros, que exigem-nos o pagamento de dívidas astronómicas que estas máfias politiqueiras fizeram, e, finalmente, tanto empresários honestos como trabalhadores dignos e esforçados, sentimos de igual modo o mesmo medo, o medo tenebroso de uma vida sem norte e sem rumo, pela mão de um sistema infernal e dantesco, estúpido, inconsequente e irresponsável; temos como timoneiro desta nação, onde infelizmente, e por desdita do destino, nascemos, o mesmo homem que, de há trinta anos a esta parte, impõe a sua lógica, o seu “tempero” politico, a uma terra onde apenas se vê dor e lágrimas.
Vamos de novo assistir, impotentes, à morte de velhotes ou jovens soterrados em valas, por falta da indispensável entivação, e isto porque o crime, em Portugal, compensa e faz parte da nossa vida colectiva. Sempre fez. Sempre foi assim. Faz parte do nosso fado que viabiliza o nosso destino.
Mas porquê, sim, porquê? Porque, enquanto colectivo, não sabemos pensar; e se não sabemos pensar, não sabemos votar, e se não sabemos votar não temos o direito de viver em democracia. Portugal dissolvesse na Europa na sua eterna qualidade de trabalhador não qualificado; espalha-se em pedaços pelo mundo. Voltamos às origens. Voltamos a exigir ao mundo o que não somos capazes de manter: a Independência e a Soberania do nosso espaço. Como eu escrevi no meu romance, vendam, (ou aluguem), ao estrangeiro o edifício da Assembleia da Republica; primeiro porque a Republica está morta e enterrada, segundo, porque esta Assembleia, como está, para nada nos serve, graças ao nosso grande estadista Cavaco, o nosso coveiro de estimação…
José Solá

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Todos dormem na Terra das Fadas

Na Terra das Fadas nunca se dorme…Cada fada tem à sua responsabilidade a vida de um humano e, como há sempre um humano acordado algures no mundo, há sempre uma fada acordada, a tomar conta dele. Mesmo quando os humanos dormem, as fadas ficam num estado de semiconsciência, sempre alerta, porque nunca sabem quando estes vão acordar e precisar delas.

A Terra das Fadas é um lugar sereno, onde reina a paz e a luz é tão brilhante, como se estivesse iluminada por um milhão de pequenas estrelas. O silêncio apenas é cortado por mil campainhas de sonho, que é a forma das fadas comunicarem.

As fadas foram criadas pela Mãe Terra, nos primórdios da existência, com vista a ajudar os humanos a resolverem os seus dilemas e problemas e… ler mais

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QUE SABEMOS SOBRE O VÍCIO?

VICIOS

 Honoré de Balzac: Um vício custa mais caro que manter uma família.

 – Jean Molière: Todos os vícios, quando estão na moda, passam por virtudes.

– Samuel Butler: Uma das funções do vício é manter a virtude dentro de certos limites.

 – Bernard Shaw:  Vícios são desperdícios de vida.

 Henry George Bohn: Se abrires a porta a um pequeno vício, não tardarão a entrar os grandes vícios.

 – François La Rochefoucauld: O que impede a entrega a um só vício é termos vários.

– Johann Goethe: Prega-se muito contra os vícios, mas nunca ouvi ninguém condenar do púlpito o mau humor.

– Bertolt Brecht: Um homem deve ter pelo menos dois vícios. Um só é demasiado.

– Étienne Rey: Um vício que se exibe não revela temperamento. É snobismo ou negócio.

– Walter Scott: De todos os vícios, o da bebida é o mais incompatível com a grandeza.

– Victor Hugo: Graças à sombra, apreciamos a luz; graças ao vício, admiramos a virtude.

 

 

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Livros que escutam, páginas que falam…estou por aqui…

Caros amigos e leitores,

Para além dos locais habituais de venda, quer no Sítio do Livro, quer na Livraria Leya na Barata, poderão encomendar qualquer destas obras em qualquer livraria em território nacional. (Amor Proibido); (A Paixão que Veio do Frio); (Pura Inspiração); (Palavras por Dizer) e (Pensamentos). As sinopses destas obras poderão ser consultadas em http://www.sitiodolivro.pt/pt/autor/jose-guerra/31151/

Para os livros “Amor Proibido” e “Paixão que Veio do Frio” poderá entrar em contacto com o autor e obter estas obras autografadas, podendo também beneficiar de acções promocionais temporárias, sujeitas ao stock existente. Oferta temporária dos portes de envio apenas para estas obras.

Contacto para mais informações:
jmbguerra@gmail.com ou através do correio interno do facebook

Boas leituras!

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