Author Archives: José Eduardo Taveira

SUGESTÕES PARA QUEM QUER ESCREVER UM LIVRO

– Ernest Hemingway: – Elimine toda a palavra supérflua. – Use frases curtas. Use parágrafos de abertura curtos. Use o seu idioma de maneira vigorosa. – Gabriel García Márquez: – Uma coisa é uma história longa e outra é uma história alongada. – O final de uma história deve ser escrito quando você ainda estiver na metade. – Friedrich Nietzsche: – O escritor está longe … Continuar a ler

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COMO FAZER VIR A CHUVA

       “Como ainda estamos na ordem aparente do mundo, fiquemos por momentos com este personagem, sob o seu mui ilustre nome Nasreddin Hodjâ. Conta-se na Pérsia que um dia, num tempo de seca tenaz, uma delegação foi ter com ele … Continuar a ler

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QUE SABEMOS SOBRE O VÍCIO?

– Honoré de Balzac: Um vício custa mais caro que manter uma família.  – Jean Molière: Todos os vícios, quando estão na moda, passam por virtudes. – Samuel Butler: Uma das funções do vício é manter a virtude dentro de certos limites.  – Bernard Shaw:  Vícios são desperdícios de vida. – Henry George Bohn: Se abrires a porta a um pequeno vício, não tardarão a entrar os … Continuar a ler

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NICOLAU MAQUIAVEL – “O Príncipe”

“Aqueles que, só pela mão da fortuna, de vulgares cidadãos se tornam príncipes alcançam o mando com pouca fadiga, mas só com muito esforço o conseguem manter. Não experimentam dificuldades na caminhada para o poder, parecendo que para lá vão voando. As dificuldades surgem depois de serem entronizados. É o que sucede com aqueles a quem é dado um estado a troco de dinheiro ou por graça de quem o concede (…) Os … Continuar a ler

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SYLVIA PLATH – “Canção de Amor da Jovem Louca”

Sylvia Plath nasceu em Outubro de 1932, em Boston, Massachusetts. Foi poetisa, contista e romancista norte-americana. Plath é reconhecida como a prosseguidora do género de poesia confessional, que consiste na expressão autobiográfica da intimidade do poeta, expondo temas relacionados com a doença, a sexualidade, a depressão, etc. Foi o primeiro poeta a ganhar, (postumamente), o “Prémio Pulitzer de Poesia” em 1982, pelo livro” Collected … Continuar a ler

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CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE – Cortar o Tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. …Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra adiante vai ser … Continuar a ler

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ANTÓNIO GEDEÃO – Dia de Natal

Hoje é dia de ser bom. É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, de falar e de ouvir com mavioso tom, de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças. É dia de pensar nos outros – … Continuar a ler

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O NATAL

“Aproximava-se a noite de Natal, naquela comunidade do Sul. Numa azáfama incontrolável, as ruas da cidade, nessa tarde de 24 de Dezembro, estavam completamente apinhadas. Entrava-se e saia-se dos grandes armazéns ajoujados das mais variadas prendas para distribuir nessa noite … Continuar a ler

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FRAGMENTO DO HOMEM

Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi … Continuar a ler

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QUERIA QUE OS PORTUGUESES

Queria que os portugueses tivessem senso de humor e não vissem como génio todo aquele que é doutor sobretudo se é o próprio que se afirma como tal só porque sabendo ler o que lê entende mal todos os que são formados deviam ter que fazer exame de analfabeto para provar que sem ler teriam sido capazes de constituir cultura por tudo que a vida ensina … Continuar a ler

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