A Deusa da magia

Neste post, falarei sobre minha Deusa preferida, a deusa mãe da dinastia de Vanir  e líder das Valquirias, a gloriosa Freya.

Freya está ligada a magia, ao amor, a fertilidade, a riqueza e suas lágrimas podem se trasformar em ouro.

Quando Wolfgang voltou do Valhala, Freya o abençoou com todo seu poder e o tornou capaz de andar sobre a terra para cumprir a missão posta por Odin.

Ela está sempre presente na aventura e tem papel fundamental na trama, sempre que o guerreiro retorna de uma missão, ela o espera no sagrado altar das almas, onde lhe orienta e indica a próxima etapa de sua jornada.

Freya é a Deusa mais elegante e sensual do panteão nórdico, sua beleza é tão estonteante, que os anões de Nidavellir quando a viram, lhe deram o colar de Brisingamen como presente, um tesouro de grande importância e valor.

 

Diz a lenda, que no templo de Freya ( grande monumento construído pelas nórdicas em devoção à deusa ), as guerreiras  rezam e depositam oferendas sempre que os guerreiros descem das montanhas e que seu manto sagrado, os acompanham nas batalhas.

 

Sigam as palavras da Deusa:

 

Tenha fé e poderá realizar o impossível, há sempre um Deus do teu lado que te ouve.

 

Até o próximo post, com mais curiosidades e personagens do mundo fantástico de Wolfgang: O Guerreiro Nórdico.

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…Se calem as trovas….

Talvez um dia se calem as trovas, as tormentas e os trovões, as simples emoções que não passaram de recordações, saudades e paixões que um dia tiveram mil perdões…

José Guerra (2011)

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Escrever um livro

A ideia de escrever um livro começou a germinar. Um livro a sério, criativo, com uma estória feita por mim, ficção. Um desses livros que valem para a trilogia do “plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho”.

E passaram alguns anos e uma estória começou a formar-se, não sei bem quando nem por que foi despoletada. E talvez mais um ano ou dois se passou e essa estória ganhou forma, propósito, mas tudo dentro da tal formulação mental. Era um grande degrau.

Um dia, finalmente, tomei a decisão: “vou escrever um livro”.
Mas, quando se entra em mundos novos, raramente as coisas são como se espera! À medida que pormenores mais concretos da estória se iam formando, ainda sem nada colocar em papel, percebi que era simplesmente demasiado ambiciosa para a minha experiência, quase nula, no mundo da escrita!

Seria? Não sei, ainda penso que sim, mas de qualquer modo o meu foco foi alterado nesta outra direcção. Engendrar uma estória mais simples para treinar e ter alguma hipótese de, mais tarde, voltar a este projecto mais complexo.

Pensando agora, pode-se até dizer que, inconscientemente, estaria a fugir de realmente começar a escrever alguma coisa. Mas o próprio inconsciente acabou por dar o empurrão certo e, a partir de um sonho que não passou esquecido quando o dia nasceu, o mote para esse livro de treino surgiu.

Não sei se um dia vou escrever a outra estória mais complexa, mas esta nova ideia rapidamente tomou uma forma muito mais concreta, com muito mais peso.

Tive que começar a tirar notas para não esquecer a avalanche de situações e de relações que me surgiam. Igualmente de modo muito rápido, acabei por deixar as notas de lado e comecei a escrever mesmo o texto em si. As notas já não eram suficientes para descrever as ideias sem deixarem de ser notas. Não se consegue escrever contextos com tópicos!! As ideias precisam de relações para continuar a crescer e a estória definitivamente queria crescer!

Verdadeiramente surpreendente, é o que posso dizer.

http://sonhosdaatlantida.armandofrazao.com

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Apresentação do Livro infantil – “O Patinho Friorento”

Olá a todos.
O meu nome é Nuno Gomes e o meu 1º livro infantil “O Patinho Friorento” já está disponível através do Sítio do Livro.
Trata-se de uma edição de autor e conta a história de um pequeno patinho amarelo, que achava que não era como os outros e por isso se sentia muito infeliz. Ele não conseguia entrar no lago porque só de tocar na água ficava com um frio tão grande que fazia logo com que recuasse. Todos os amigos se divertiam na água e ele ficava sozinho nas margens do lago a olhar…O patinho andava sempre triste e os seus pais cada vez mais preocupados sem saberem o que fazer…Para todos os que vierem de alguma forma a contactar com “O Patinho Friorento”, espero que seja do vosso agrado.

Até breve, Nuno Gomes.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-patinho-friorento/9789892023106/

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Aurehen – a elfa

Neste post, contarei um pouco sobre essa bela elfa, que tem participação fundamental em minha obra. Ela vem de Valelfa e está sempre à procura de viajantes extraviados,  tem o dom de controlar os animais especialmente os unicórnios, que a amam.

Ela é meiga, doce, gosta de viver nas florestas, ama as árvores, o verde, a vida. Devota da Deusa Eir, Aurehen possui uma folha de lorien em seu pescoço, na qual é capaz de realizar grandes feitos.Seu clã é Vanir e está ligada à magia, a pureza e à terra.

Aurehen é capaz de evocar seres lendários, essa habilidade é fruto de seu perfeito relacionamento com a natureza, que lhe respeita e venera.

Espero que tenham gostado desta linda criatura de orelhas pontiagudas e no próximo post, contarei mais sobre o mundo nórdico.

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Chuva…

Chuva….esse dilúvio abençoado pela tristeza que comove os céus e chora nos corações….

José Guerra (2011)

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querem assassinar o rei leopardo [3]: o crocodilo

Havia uma cerimónia no pântano. Ouvia-se música, uma música dolente. Celebrava-se o «dia dos mortos».

Diante da águia fixavam-na uns olhos frios. Era o crocodilo, mastigando algo entre os seus dentes muito brancos.

«Com que então», perguntou, «achas que eu me daria ao trabalho de colocar uma bomba no quarto do rei? Tens lata, realmente. Ou és estúpido. Vir dizer-me isso na cara…»

Os seus dentes bateram uns contra os outros. Largou um breve riso de desprezo. «Prefiro esperar pelo dia em que o leopardo tenha coragem para passear sozinho, sem guarda-costas nem amigos. Prefiro esperar pelo grande frente-a-frente. Eu e ele, a sós. Vai saber-me bem, tenho andado esfomeado. Desaparece, ou não respondo por mim…»

A águia voltava, pois, para o cimo do seu sublime penhasco, ainda com o riso do crocodilo a esfriar-lhe a alma, quando ouviu, ao longe, um “pang”. Conhecia aquele som. Inegavelmente: um tiro. Ainda mal se perguntara o que seria aquilo, quando sentiu uma dor na asa direita, soltaram-se-lhe penas, perdeu o controle do voo e mergulhou a pique: fora atingida.

[Se acaba de descobrir este post, descubra o 2 e o 3, neste mesmo blogue. Homenagem ao policial negro em forma de fábula: Blacksad. Gil Duarte é o autor de Nada Mais e o Ciúme, que pode encomendar on-line pelo sítio do livro]

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Versejando pelos caminhos da Alma

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Olá! É com prazer que vos venho convidar para a próxima apresentação do livro Versejando pelos caminhos da Alma, que vai ter lugar amanhã, dia 28 de Maio, pelas 16h no auditório da biblioteca municipal Manuel da Fonseca em Santiago … Continuar a ler

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Wolfgang o nórdico

Este extraordinario guerreiro é um verdadeiro adorador do aço, cresceu nas montanhas geladas do norte e quando ainda era um menino, deixou seus pais para se aventurar no mundo nórdico.

São muitas as suas façanhas e eu, como seu criador, lhes contarei um pouco sobre uma de suas aventuras descrita em minha obra.

Sendo ele um homem de muita fé, Odin lhe concedeu poder para vencer os gigantes ( Trolls ) que ameaçavam Midgard. Então ele os venceu, parecia impossível mas através de sua crença e destreza ele subiu até o alto das montanhas e agradeceu ao Deus pela triunfante vitória. Era o começo de uma vida de glorias, mas a ganancia e o poder lhe cegaram os olhos diante do que lhe fora oferecido.

Wolfgang havia se tornado um tirano, um assassino, um verdadeiro guerreiro sedento por sangue que acabou levando seu exercito rumo à desgraça. Não havia adversários para ele, todos eram facilmente aniquilados e suas conquistas aumentavam cada vez mais.

Todos haviam se cansado dele, não podiam mais suportar suas atitudes e então, lá do alto das montanhas, seu exército que havia sido liderado por seu próprio pai lhe armou uma emboscada, assassinando-o cruelmente.

Odin enfureceu-se, baniu os traidores ao Niflheim ( inferno ) e enviou Wolfgang ao Valhala ( massivo vale onde os mortos eram recebidos após terem morrido com honra em batalhas ) onde lá permaneceu durante anos.

A fé não o havia abandonado, Odin o testava em arduas arenas dia após dia e mesmo assim ele se mantinha de pé, de cabeça erguida, orando por uma segunda chance.

Eir lhe confortava, tocava seu coração cansado sempre que o via em apuros, Odin acraditava em sua adoração e devoção ao panteão nórdico e então, em uma conversa com Yggdrasil ( grande árvore que sutenta o mundo e uma espécie de oráculo ) decidiu dar mais uma chance à Wolfgang.

A sua fé lhe enviou até Asgard e Odin, lhe deu uma dificil missão, onde os caros leitores se deliciarão com tamanha aventura.

No próximo post, um novo personagem da obra: Wolfgang: O Guerreiro Nórdico.

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Sou parte de um poema que não se quis dizer…

Sou parte de um poema que não se quis dizer, sou uma viagem por acabar, sou amor por amar num abraço por te dar, sou noite sem dia, sou um poema que te dizia, sou nada por dizer que espera o meu amor ver…

http://jmbguerra.blogspot.com/

José Guerra (2011)

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