O poder de Aurehen

Nas florestas e vales, onde o verde esta sempre presente, Aurehen é capaz de invocar seres incríveis e mitológicos. Suas habilidades, vão além do poder de cura, pois esta simpática elfa, pode controlar a terra, a água e o vento, dominando todo tipo de criatura nórdica.

 

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Se um dia as palavras se calarem….

Se um dia as palavras se calarem, é porque os ecos que as ouvem não se murmuraram por não se deixarem dizer…

José Guerra (2011)

 

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O silêncio gritante das minhas palavras….

“O silêncio gritante das minhas palavras irrompem nos céus onde apenas tu ouves o mais belo poema de amor que os teus olhos leram”

in “Pura Inspiração”, José Guerra (2011)  (Clicar)

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suspenso à porta da noite

sem nem respirar, de espanto, estaco à porta da noite.
como em puto, temo entrar nela: mas ela é que me entra
e, devagar maligna, dilui todos os contornos.

temo tanto que a noite me seja o destino, como
a água é o puríssimo destino de quem se afoga.

temo que ela seja a casa vazia e ninguém perto.
temo que seja o desfazer-se da minha unidade.

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Amor…já viste a lua hoje?

Amor já viste a lua hoje?
Ela brilha porque o nosso amor existe
Porque assim eu lhe disse
Para que o céu deixasse de ser triste

José Guerra (2011)

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Os loucos navegam insanos….

Os loucos navegam insanos,
partindo-se sem saber,
sem volta que os carregue,
sem estrela que os protege,
mas partem assim mesmo,
sem nada dizer,
talvez por se saber,
que jamais voltam a ser…

José Guerra (2011)

 

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A Atlântida

Já todos ouvimos falar da Atlântida, e provavelmente que se afundou no mar em tempos antigos. Mas quantos sabem de onde vem o mito?

A existência da Atlântida é referida por Platão em dois dos seus diálogos, Timeu e Crítias. Existem outras referências, mas as de Platão são as mais precisas e que apresentam a Atlântida como facto histórico e não apenas como lenda.

Segundo Platão, nas montanhas de um vasto território para lá dos pilares de Heracles (Hércules no panteão romano), vivia uma jovem chamada Clito por quem Poseidon se apaixonou. Da sua relação com Clito, nasceram 5 pares de gémeos. Poseidon dividiu o território em dez partes, cada uma para ser governada por um dos seus filhos e descendentes, e deu a supremacia da governação ao mais velho, Atlas. Atlântida significa “filha de Atlas”.

A descrição do território e da cidade com o mesmo nome, Atlântida, é feita com alguma precisão, mas o factor mais conhecido da história é a da queda desta civilização.
Referido por Platão, Sólon (cerca de 600 A.C) terá viajado pelo Egipto onde um sacerdote lhe terá contado que, cerca de 9000 anos antes, os Atlantes terão tentado invadir toda a Europa, mas que foram derrotados pelos Atenienes antigos. De seguida uma catástrofe natural terá atingido a Atlântida e apenas num dia e uma noite todo o território se afundou.

Apesar de relativamente precisos, os diálogos de Platão têm algumas lacunas que dão aso a variadíssimas interpretações, tanto de datas, como de localização e de dimensão.
Este não refere explicitamente se os 9000 anos são anos egípcios ou gregos sendo que a 5 dos primeiros corresponde um dos gregos (igual ao nosso ano). As unidades de comprimento são igualmente dúbias e os próprios Pilares de Hércules de localização duvidosa.
Localizações possíveis da Atlântida são referidas dentro do Mediterrâneo, perto de Creta, no Sul de Espanha e mesmo, em algumas hipóteses mais ousadas, no Oceano Índico e Pacífico. Contudo, a hipótese ainda hoje mais aceite (à parte de ser considerado por muitos um simples mito) é que a sua localização fosse algures no Oceano Atlântico na zona que envolve e circunda os Açores, Madeira e Canárias.

Outros escritos antigos referem a existência de uma civilização avançada que terá sido vítima de algum tipo de catástrofe e que terá tomado refúgio nas costas de África e Europa. Daí, alguns dizem que terá sucumbido a ataques diversos dos povos que os consideraram uma ameaça, outros dizem que os Atlantes não pereceram, mas que se tornaram na civilização Egípcia. Um ponto que parece de algum modo apoiar essa teoria é o facto da civilização Egípcia parecer ter nascido já evoluída, sem vestígios de evolução tecnológica ou social a partir de formas mais primitivas.

Actualmente existem inúmeras lendas que evocam a atlântida, estas sem qualquer pretensão a ser mais que lendas.

http://sonhosdaatlantida.armandofrazao.com

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As naus consumidas pelo tempo,
deixaram-se dizer pelas sombras de ontem,
memórias esquecidas nos ventos soprados,
livros fechados, mar crispado, sal derramado, nas lágrimas sem pecado, sim…por te ter amado

José Guerra (2011)

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sublimação

Este surpreendente braço de água
Que no meu íntimo tem a nascente
É uma via pra fugir de mim: trago-a
Dentro, e nela me escapo e fico ausente.

Este poder de criar transcendência
Não sei se redime ou se é servidão:
Mas toca o pior da existência
E faz dele um modo de perfeição

A minha mão íntima cria Deus
Para me conduzir à beatitude:
A lava que jorra em mim é sagrada.

Esta poesia é um tecer de véus.
Não sei se me liberta, se me ilude:
Vale mais que tudo, e não vale nada.

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Tyr, o Deus da guerra

Tyr é o Deus da guerra, do combate, das artes do aço, da perseverança, da força. Na guerra dos Deuses, ele carregou a espada das almas e aprisionou Loki sobre a sagrada lâmina, devolvendo-o ao Niflheim.

Tyr, é o mestre de Wolfgang, que aprendeu os segredos do aço e sobreviveu ao Valhala graças ao profundo conhecimento deste magnifico Deus, que lhe deu força e sabedoria para lutar e superar os desafios.

Na obra, quando Wolfgang conseguiu erguer a espada das almas, Tyr se sentiu orgulhoso ao ver que seu pupilo havia sido o escolhido por Odin.

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