Author Archives: José Guerra

O Poema é o meu leito…

O poema é o meu leito onde me deito estreito à espera que a noite me leve nas pálpebras jaz o que o sono me traz vagueia o espírito livre de um corpo cansado que deixo para trás sem jamais … Continuar a ler

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Feira do Livro da Ericeira 2012

Caros amigos e leitores, o meu romance “A Paixão que Veio do Frio”, publicado pelo Sitio do Livro, está agora também disponível na Feira do Livro da Ericeira até final de Agosto de 2012. Brevemente informação sobre data da sessão … Continuar a ler

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” A Paixão que Veio do Frio “

Autor: José Guerra http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-paixao-que-veio-do-frio/9789892026640/    

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..Uma alma evadida…

Hoje a noite descansou-me no olhar Adormeceu, porque de uma lágrima Se fez silêncio e do sonho uma alma evadida Nada mais me resta para além de uma vela queimada Tacteio o vento e ouço as árvores Despem-se num bailado … Continuar a ler

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Sou de mar e vento feito…

Sou de mar e vento feito linho bordado em vela solta nasci naquela nau feita de céu onde os dias eram noites e o meu rosto não tinha nome naquele abraço descalço numa tela sem memória renasço das cinzas perdidas … Continuar a ler

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Fui passear o vento…

É tarde, já se calou a voz O pensamento vagueia-me O silêncio corta-me o respirar Um de mim saiu por ai Fui passear o vento nesta noite de meia lua Cheira a passado, fico tolhido Nesta aragem sonolenta Sinto que … Continuar a ler

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Plantei-te uma flor…

Plantei-te uma flor com o teu sabor nesse corpo de harpejo minha boca teu desejo éramos assim feitos de saliva e beijo como da primavera o cerejo José Guerra (2012)

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És de mar feito…

És de mar feito Profundo estreito Sei que me ouves nas estrelas Quando a noite se faz Somos dum abraço Que não se vê Que morre na alvorada Então somos mar e céu mais uma vez Choramos de saudade Enquanto … Continuar a ler

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Vê o mar…

Vê o mar que chove imagina montanhas nele lá longe, bem longe dos olhares indiscretos dois seres se abraçam afasta as ondas, meu amor repara bem como se amam naquele feno macio pedes-me um beijo nessa tua boca calada sem … Continuar a ler

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Naquela amurada de prata…

Hoje vi-te naquela amurada de prata eras céu de Janeiro já lá vai tanto tempo que fomos mar e céu estavas linda como aquela manhã de Outono o teu andar voava elegante como se não tivesse chão era poesia nos … Continuar a ler

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