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“SERMÃO DE QUARTA-FEIRA DE CINZAS” – Padre António Vieira
“Quando considero na vida que se usa, acho que não vivemos como mortais, nem vivemos como imortais. Não vivemos como mortais, porque tratamos das coisas desta vida como se esta vida fora eterna. Não vivemos como imortais, porque nos esquecemos … Continuar a ler
“SONETO DE CARNAVAL” – Vinicius de Moraes
Soneto de Carnaval Distante o meu amor, se me afigura O amor como um patético tormento Pensar nele é morrer de desventura Não pensar é matar meu pensamento. Seu mais doce desejo se amargura Todo o instante perdido é … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (23)
Celeste, com voz alegre, apresenta a nova inquilina: – Tia, esta é a tal menina rabugenta de que lhe falei e que, veja bem, não gostou de viver nem no Orfanato nem na Casa de Acolhimento. Julga-se uma princesa. – … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (22)
Três dias depois, Maria recebe ordens para se sentar no banco existente no hall de entrada e esperar que a chamem. Ouve passos suaves no corredor que produzem o ranger … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (21)
Maria percebe que o ambiente de aparente paz está a ficar minado pelos acontecimentos recentes. Resolve escrever à enfermeira Celeste a contar esta história que tanto a humilhara. Tem a certeza que Fernanda pretendeu vingar-se por ter perdido o lugar … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (20)
A Madre Superiora entra na sala de aula. Todas se levantam em simultâneo. Olha à sua volta, observando as raparigas como se fosse um Oficial a passar revista às tropas. Inicia a análise de cada trabalho, minuciosamente. Após acabar o … Continuar a ler
“PARABÉNS! LUÍSA DACOSTA
LUÍSA DACOSTA nasceu no dia 16 de Fevereiro de 1927 em Vila Real. É formada em Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras, em Lisboa. Foi professora do antigo Ciclo Preparatório nas escolas Ramalho Ortigão e Francisco Torrinha, até se reformar por limite … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (19)
A Madre Superiora entra na sala de aula. Todas se levantam em simultâneo. Olha à sua volta, observando as raparigas como se fosse um Oficial a passar revista às tropas. Inicia a análise de cada trabalho, minuciosamente. Após acabar o … Continuar a ler
“JUNTOS PARA SEMPRE” – (18) – José Eduardo Taveira
As vinte e duas raparigas que estão internadas na Casa de Acolhimento vivem sozinhas, porque não há espírito de grupo, nem tão pouco actividades colectivas que estimulem o contacto entre elas. Ali não há espaço para amizades ou simpatias. … Continuar a ler
“JUNTOS PARAR SEMPRE” – (17)
A viagem a pé até à Casa de Acolhimento durou uma hora. A freira não pronunciou uma palavra durante o percurso. Chegadas à Casa de Acolhimento, ordena a Maria que se sente num banco de ferro forjado, bastante incómodo, … Continuar a ler

