A Deusa da morte ( de Danilo Pereira )

Hel é a deusa da morte, da punição, do sofrimento, da tristeza. Ela foi banida ao Niflheim ( mundo inferior ) por Odin, onde recebe os mortos e os pecadores nas profundezas geladas do sub-mundo.

 Hel é extremamente sensual, sua sensualidade é tão grande, que muitos heróis sucumbiram diante de seus encantos. Seu clã é Aesir ( deuses guerreiros ) e uma parte de seu corpo é deformada, enquanto a outra é bela, despertando assim os mais secretos desejos até mesmo entre os Deuses.

Na obra, a deusa é lembrada por Wolfgang sempre que há momentos de pura tensão, onde o guerreiro blasfema frases como:” Demônios de Hel! Que diabos…!” sempre comparando-a com algo ruim. 

 

Deixe um comentário

Um dia apaixonei-me…

“…um dia apaixonei-me pelo teu olhar lânguido e doce, te fiz mulher no regaço, bebi-te nos sentimentos derramados por um abraço suado…conheço-me na tua porosidade etérea…deixei-me ir até ao fim e em ti fiquei, porque sabia que o tempo era nosso….e o universo eras tu…”

José Guerra (2011)

1 Comentário

O senhor das almas ( de Danilo Pereira )

O senhor das almas é um traidor, usurpador do trono do rei Wolfric, que foi condenado a viver entre os mortos onde ficou conhecido como ” o senhor de todas as almas “. A sua vida miserável e as suas aparições repentinas aos não mortos, renderam-lhe este título, pois acreditava-se que os espíritos dos guerreiros o acompanhavam nas suas aventuras e desde então, ele ficou conhecido como o rei supremo dos mortos, com quem muitos faziam pactos de lhe entregar as suas almas, acreditando firmemente que elas estariam ao lado do mais forte.

 

Obra: Wolfgang, o guerreiro nórdico.

Deixe um comentário

A Paixão que Veio do Frio

“…os corpos entrelaçaram-se como se fossem um só. Simplesmente o tempo parou naquele final de tarde. Aquele beijo acabara de selar uma cumplicidade nunca vista…” – excerto de um dos capítulos do meu primeiro romance a ser lançado em breve – “A Paixão que Veio do Frio”

José Guerra

 

Deixe um comentário

Se uma gota se bebesse…

“Se uma gota se bebesse de sede da tua boca, seriam beijos de Outono que o verão nos fez amar”

José Guerra (2011)

Deixe um comentário

Guerreiras da fé ( de Danilo Pereira )

Desde pequena, uma guerreira nórdica aprende que a fé, é o principal aliado em uma batalha. Aos quinze anos de idade, as nórdicas usam uma folha de lorien sobre o peito em devoção à Deusa Eir, que as protege com sua magia sagrada.

” Se sua fé for maior que sua espada, sempre estarei presente no campo de batalha “

 

Palavras da Deusa da cura, Eir.

Deixe um comentário

 

A estrada estende-se à nossa frente como um tapete interminável que se vai desenrolando. Anuncia-se já o cansaço próximo da chegada.

Do topo da Ermida vê-se o recortado da serra e a profundidade do vale, verde e cinza forte. Quase não há vento e o sorriso das pessoas enquanto nos dizem adeus dá algum calor ao agreste da paisagem.

Algures, longe de olhares indiscretos, ouve-se a àgua cantar por entre as pedras lisas e um melro espreita curioso a nossa passagem.

Depois da sombra frondosa da mata que quase escurece o dia, e já de alma verde, chegam-se às cascatas que nos trocam a cor por outra que não sabemos bem definir. Cada recanto um desafio, uma surpresa.

Para os mais afoitos, é ingreme o caminho que leva à última cascata, mas depois do calor sabe bem molhar os pés na água fria. Basta uma distração e, se não tivermos cuidado, podemos ainda levar na mala um visitante arrojado, um lagarto de água verde e azul que nos espreita, mais curioso que assustado.

No topo da estrada, quase ao final da geira, antiga via romana que ligava bracara augusta a asturica augusta, percebemos que vimos só ao de leve os cerca de 30 km de magia em que o tempo parece ter adormecido aos nossos pés.

No último dia, um passeio a cavalo pelo pinhal, saindo da Quinta do Fijó nos Arcos, sob os cuidados atentos do Sr. Carlos e cujo sucesso devemos também à serenidade da Estrelinha e à arisca Luna.

Ficou-me a vontade de regressar: O sorriso da D. Maria do Lugar da Assureira, os trilhos por desbravar porque o tempo não chega para tudo, o sabor do pão com manteiga de uma infância há muito esquecida e a paisagem, até onde a vista alcança, a lembrar-nos o quanto somos pequenos e fugazes.

 

Ana Brilha

www.intermitenciasdaescrita.wordpress.com

 
Publicado em por Intermitências da escrita | Deixe um comentário

o guerreiro nórdico ( de Danilo Pereira )

Somente o silêncio pairava sobre as geladas ruínas de Golam. Os gigantes de gelo tinha, sucumbido diante daquele fogo vindo do céu e o grito de vitória dos bárbaros ecoou do alto das montanhas. Restavam poucos deles, não mais do que quinze, e pareciam estar mortos devido ao rigoroso frio que fazia naquele ano.

 

Talvez fossem os Deuses que os estivessem castigando, pois aqueles selvagens nada mais eram do que meros guerreiros que ameaçavam o reino de Midgard com suas ideias medíocres e ultrapassadas. Odin tinha-lhes dado sabedoria para lutar e sobreviverem naquele lugar inabitado até mesmo pelos animais. Mas os bárbaros usaram-na apenas para idolatrar o aço, que era o seu instrumento de batalha, as espadas, os machados e os lustrosos escudos forjados em Muspelheim. Eram as únicas coisas que importavam para eles.

 

Os Deuses, esses tinham ficado para trás, pois os selvagens acreditavam que…

Deixe um comentário

…quanto os meus olhos por choram…

“Se soubesses amor quanto os meus olhos por ti choram, que das lágrimas se faria noite, como de chuva o céu se tolda…por tantas saudades sentir das estrelas que partiram…”

José Guerra (2011)

Deixe um comentário

O Que é “Nada Mais e o Ciúme”?

«A  história inicia-se com o narrador a descrever como inusitadamente um irmão assiste à morte da irmã ainda criança, e o sentimento de culpa dos envolvidos directa e indirectamente. Várias histórias se cruzam desde o divórcio dos pais, passando por uma experiência homossexual na descoberta da sexualidade, até a um romance estabelecido com uma mulher de tal forma livre que ele não consegue prender o seu afecto. Escrevendo sobre assuntos tão densos de uma forma simples, fluida, tão agradável o autor apresenta-nos uma técnica conhecidíssima mas que funciona, o alternar de capítulos dedicados a personagens diferentes que se vão cruzando e voltando a afastar ao longo da narrativa»

Uma sinopse que transcrevo de uma carta de Maria João Costa, editora

https://www.facebook.com/nadamaiseociumegilduarte    [página oficial do livro: visite-a]

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/nada-mais-e-o-ciume/9789899712201/  [para encomendas]

Publicado em Opiniões, testemunhos | Deixe um comentário