Belinur, um continente cheio de vida, um povo que não conhece o mal! ( Fernando Rosa)

Na era antiga, os elfos já de si tão belos e maravilhosos, depois de terem partido
do seu mundo em direção ao mundo dos humanos para impedir que este fosse
destruído pelos sentimentos que não deveriam existir, foi em Belinur que se
estabeleceram durante muitos anos, maravilhados com aquilo que viam e
descobriam à sua passagem, foram ensinando a praticar o bem e a fazer o que
está certo, mas a raça humana nascera com sentimentos e por defeito, parte
destes sentimentos possuíam vida própria e faziam das mentes humanas, seus
escravos para assim puderem destruir ao seu bel-prazer todo o bem que abundava
num mundo tão verde e tão azul!

1 Comentário

O herói nórdico – ilustração ( de Danilo Pereira )

Wolfgang, o escolhido pelos Deuses trajando o elmo de Thor, as botas de Odin, as asas de uma Valquíria, a espada de Tyr e o escudo de Freya.

 

Personagem da obra, o guerreiro nórdico.

Deixe um comentário

…sede da tua boca…

Por campos semeados de sede da tua boca me sacio, lavro-te em prosa desnudo, na semente te planto, ventre se deu tréguas, em espasmos me devoras, num abraço me ficas, beijo-te em silêncio apenas….
José Guerra (2011)

Deixe um comentário

Escrita, edição e lançamento do livro mágico “O Sábio Divinal”

O Sábio Divinal nasceu no início de 2010, na altura não passava de apenas um
rascunho e com o passar do tempo, foi ganhando forma, ao longo de pouco mais de
ano e meio, foi-se alimentando da minha imaginação e do meu pensamento, foi-se
agigantando cada vez mais e a cada dia que passava quando o abria no intuito de
lhe acrescentar algo mais que me tivesse inspirado, ali estava ele a minha
espera, dia após dia, linhas de palavras mágicas foram acrescentadas construindo
uma união sólida e maravilhosa, no dia 3 de Setembro de 2011 na emblemática
livraria Barata, a magia aconteceu e “O Sábio Divinal” voo finalmente
para terras desconhecidas, O Sitio do Livro deu-lhe o empurrão final e aquilo
que era sonho, virou realidade, então dei comigo a pensar, afinal, o impossível
não existe…

Trata-se do nascimento de uma linda criança, mas que nasce contra
a vontade do pai, maravilhosamente linda e com um visual muito invulgar e
único, ela acaba por crescer num ambiente onde o amor e o carinho abundam, com
o passar dos anos, a mulher morena e madura com uma beleza hipnotizante começa
a sobressair, começa a aperceber-se que altos voos carregados de perigo e
emoção estão à sua espera algures, estava longe de imaginar no entanto, o que o
seu passado escondia e os poderes maravilhosos que estaria prestes a descobrir,
Selina é o seu nome, uma linda morena de cabelos avermelhados e olhos alaranjados,
nela estará depositado toda a esperança do bem não ser derrotado pelo mal!

Deixe um comentário

A grande mãe ( de Danilo Pereira )

Yggdrasil  é a árvore da  vida, da sabedoria, da verdade, da lealdade. Suas colossais raízes, se espalham por todo mundo nórdico, sendo que sua parte mais profunda, se encontra em Niflheim, fincada nas profundezas do mundo inferior.

A grande mãe, como assim é chamada pelos Deuses, funciona como uma espécie de oráculo, onde todas as respostas são respondidas, onde todas as dúvidas são esclarecidas. Odin, antes de tomar qualquer decisão, a consulta em seu altar, onde Yggdrasil lhe orienta da melhor maneira.

Na obra, a grande mãe decide o futuro de Wolfgang, enviando-o a um lugar que ele jamais pensou se aventurar.

1 Comentário

10 MANDAMENTOS DO ASPIRANTE A ESCRITOR

1. Não esperes demasiado dos amigos de que seria lógico esperar algo. [A colega que conhece «demi-monde» e divulgará a tua obra, a parente de um próximo, que se dá com escritores famosos, e promete mostrar-lhes o teu trabalho, o jovem que te fará uma entrevista decisiva: verás que, no momento em que precisas, têm mais em que pensar].

2. Mantém-te atento a todos os de que nada esperarias: subitamente, um deles poderá ser, para a tua obra, a mão eficaz do destino.

3. Nunca te sentes aguardando que uma editora acabe dando por ti: acredita, as editoras têm gente muito estúpida à sua frente. Em geral.

4. Junta dinheiro. Faz um pé-de-meia. Publica à tua custa: esse deve ser o início.

5. Aprende a usar as novas tecnologias: blogues, facebook, sites: gratuitos e chegando longe e a muitos.

6. Persiste. Não consegues ao fim de dez anos? E que são dez anos? Ou vinte? Ou trinta? Um dia, hás-de conseguir.

7. Ou não. Quem sabe? Mas confia em que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

8. Quando espreitar uma ligeira oportunidade, crava nela os dentes. As ligeiras oportunidades – seja uma editora marginal, seja uma proposta modesta – serão, a prazo, porventura, a maior das oportunidades.

9. Não reajas mal às sugestões de quem te leu. À opinião de um amigo ou à de uma editora. Afinal, não é para ti próprio que escreves. Ouve, sonda, aprende com as primeiras leituras.

10. Mas descobre e estabelece a tua fronteira. Afinal, és tu o escritor. Decide qual é, no que escreves, o teu ponto de absoluta não-cedência. E mantém-te fiel a ele.

Publicado em Opiniões, testemunhos | Deixe um comentário

…por ai tragar o vento…

Quero ir por ai tragar o vento, esquecer-me de mim, ser terra e mar e não gente, porque se sente, quando gente de nós se parte assim, de repente…

José Guerra (2011)

Deixe um comentário

JGuerra – Prosa Poética

Lugar no silêncio, onde as palavras se dormem, mas que versam no vosso olhar…em breve o lançamento do meu 1º Romance “A Paixão que Veio do Frio”  (Clicar)

Deixe um comentário

Escolhas

Imagina que estás deitado na tua cama. Na mesinha de cabeceira tens um copo, transparente, cheio de água. Podes pegar-lhe e servir-te sempre que quiseres – basta estenderes o braço. Já conheces de cor o seu sabor…

Do outro lado do quarto, à tua vista, está outro copo. É de uma cor diferente, baça, que te impede de ver o que tem dentro. O seu aroma é apelativo, atrai-te…

Estás com sede. O que fazes agora? Estendes o braço e alcanças o copo de água a teu lado, ou a tua curiosidade leva-te a levantares-te e a ires buscar o outro?

És preguiçoso, mas não valerá a pena descobrir o que o outro tem? Sentir o seu sabor? E se for mais do que a simples água que já tens e se limita a matar-te a sede? E se for melhor? Nunca saberás se não tentares, se não o experimentares…

Sabes, quanto mais tempo ficares deitado, mesmo tendo aquele copo transparente sempre ao teu alcance, mais te vai custar a levantar quando finalmente decidires mudar… Às vezes vale a pena arriscar; o que é oferecido não tem graça… Então, levanta-te, arrisca! Lembra-te que podes sofrer as consequências da tua decisão, mas, no final, quando perceberes que o que conseguiste é tão melhor…vai dar-te um imenso gozo! O pobre Gomes Freire morreu, mas eles alcançaram a liberdade!

Pensa nisto, simplesmente… Levanta-te e depois diz-me se valeu a pena!

Deixe um comentário

As palavras…

“As palavras caem-me dos dedos sem que as lágrimas me digam se as podem calar”

José Guerra (2011)

Deixe um comentário