Se me disseres que a noite partiu, sem que o coração te doa, diz-me apenas que não conheces a palavra amor que um dia te fez mulher…
José Guerra (2011)
Se me disseres que a noite partiu, sem que o coração te doa, diz-me apenas que não conheces a palavra amor que um dia te fez mulher…
José Guerra (2011)
Quando chegaram finalmente ao continente Belinur, nome que nasceu depois de o terem corrido de uma ponta à outra, os elfos ficaram maravilhados com um mundo que não fugia muito do seu mundo maravilhoso, onde a magia e a presença do bem era uma constante. Os seres humanos encontravam-se ainda em grupos muito pequenos aqui e ali, estes concentravam-se numa das pontas de Belinur onde o sol, as terras férteis e as zonas pesqueiras eram mais frequentes e de melhor acesso, mas tudo o que era belo neste mundo, começava a ter os seus dias contados, as mudanças de comportamento da humanidade começavam a preocupar devido aos sentimentos maldosos que começavam a nascer de forma descontrolada, espalhando a inveja, o ódio e a morte pelos restantes, mas os elfos não baixaram os braços, preocupados com a mudança de comportamento desta raça destruidora, estes foram espalhando a sua sabedoria para mostrar que era no bem que todos deveriam estar concentrados!
Fernando Rosa.

“Fergie partira há três dias para as termas das Caldas da Felgueira. Abalara irada, sorumbática, mas decidida a regressar com uma decisão tomada, nem que isso lhe custasse o relacionamento com o seu esposo….” in “A Paixão que Veio do Frio” – Excerto do meu 1º romance a lançar no inicio de Outubro através do Sitio do Livro. Lançamento oficial e presencial no final de Outubro em Lx.
José Guerra (2011)
Hêdora,
era possuidora de uma beleza incrível, o nome dos Feldon nasceu por sua
iniciativa numa altura em que se debatia como ajudar aquela raça Peluda (felpuda
diga-se) de enorme estatura e que ultrapassavam os 3 metros de tamanho, os
próprios elfos que também possuíam uma estatura elevada, chegavam a tocar com
as suas cabeças apenas um pouco acima das barrigas daqueles seres enormes, os
Feldon, eram os seres mais possantes daquele pedaço de terra e não usavam
qualquer tipo de vestuário, já que os seus corpos peludos serviam para esse
efeito, embora enormes, a verdade é que os Feldon saíam apenas para caçar a sua
alimentação, mas era nos seu enormes olhos azuis que estava toda a sua força e
que não hesitariam em transformar qualquer ser vivo em pedra só com o olhar
caso se sentissem em perigo!
O Sábio Divinal, está carregado de emoção, magia e bons sentimentos!
Fernando Rosa.
Caros colegas professores, venho solicitar a vossa colaboração num trabalho de investigação que estou a realizar: Desafios da Avaliação de Desempenho Docente.
Peço-vos que sigam o link:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGQ5OUxPUG5ralVfR1RDY2JhenU4eVE6MQ
Agradeço a vossa participação.
Muito obrigada
Prazeres
Nas profundezas daquele mundo gótico, havia um colossal espaço formado por gigantescas estruturas metálicas e surreais estátuas que formavam um semicírculo no meio da sala.
Eram três imagens idênticas. Representavam guerreiros, e todos eles seguravam uma espada que se encontrava com a lâmina voltada para baixo num abismo sem fim. No meio deles havia um altar, e sobre o mesmo, algo que não era possível identificar, devido à grande distância a que se encontrava.
Ele estava curioso. Mas se quisesse alcançar aquele lugar deveria…
Obra, o guerreiro nórdico.
Tudo começou em Belinur, continente onde a vida e a natureza abundavam, mas o mal
está sempre a espreita. Zilion, o guardião da floresta verdejante com poderes
incríveis já começa a sentir o peso da idade, mesmo assim preparou-se para
enfrentar o poderoso feiticeiro Hugor, mas a sua esperança maior já estava
reservada e essa esperança chama-se Selina, a jovem morena de cabelos
avermelhados e olhos alaranjados, é nela que Zilion tem depositado toda a
esperança para manter o mundo cheio de paz e alegria!
Videos do lançamento do livro mágico “O Sábio Divinal” disponível Aqui
Vou beijar a noite, deixar-me esvair em saudade sem que tu saibas que me deixei em ti…
José Guerra (2011)