PARABÉNS! RITA FERRO

 

 

 

 

Rita Ferro nasceu em Lisboa a 26 de Fevereiro de 1955.

Frequentou o “Instituto de Artes Visuais, Design Marketing”, onde estudou design de interiores.

Como criativa de publicidade, viajou até ao Brasil, E.U.A., Reino Unido e Espanha, onde frequentou estágios na área do Marketing.

Leccionou publicidade no IADE. Foi redactora de publicidade nas Selecções do Reader´s Digest.

Colabora em diversas revistas e jornais e tem participação assídua na rádio e na televisão.

Aos 35 anos publica o primeiro livro intitulado “Nó na Garganta”, que foi um sucesso de vendas, tal como  “O vestido de Lantejoulas”.

Estimulada pelo êxito destas duas obras, Rita Ferro decide continuar na ficção. E surgem livros como “O Vento e a Lua-História de uma Vagabunda”, “Uma mulher não Chora”, “Os Filhos da Mãe”, “A Menina Dança? “Responde se és Homem”, etc.

Participou em algumas antologias, destacando-se “O Mistério de Lisboa”.

Tem obras publicadas no Brasil, Espanha e Croácia.

Em 2011, edita o romance autobiográfico  “A menina é Filha de Quem?”

A seguir, algumas frases relevantes da personalidade da escritora:

– “Não tenho paciência para histórias felizes nem para pessoas felizes”.

– “O amor encerra este paradoxo, este absurdo doentio e insolúvel: podemos querer bem a quem nos quer mal. Ou fazer mal, a quem nos quer bem”.

– “Há alturas na vida em que a dor é tamanha e tão insuportável que até o amor nos parece imprestável”.

– “A indiferença não passa de uma atitude, pois ninguém é imune a insultos, reparos ou desconsiderações.”

Nesta singela homenagem a Rita Ferro, um excerto do seu livro “Desculpe lá, mãe”, escrito em parceria com a sua filha Marta:

“Querida Mariana:

Fiquei a pensar no que escreveste o outro dia sobre a importância dos amigos na tua idade. É claro que eles também são importantes na minha, mas, na tua, é natural que pareçam mais.
Na minha, as pessoas tornam-se presunçosas e acham que já não precisam tanto de amigos, mas de interlocutores.
O que são interlocutores? Boa pergunta.
De um ponto de vista interesseiro, um interlocutor pode ser alguém mais lúcido do que nós, ou capaz de nos dar outras perspectivas da realidade, e que além de nos compreender nos obriga a repensar nalgumas noções viciadas.
Talvez seja estúpido, porque sempre que há problemas graves quem aparece são mesmo os amigos, esses amigos feitos na infância que às vezes nada têm para nos oferecer além de um abraço apertado ou de um beijo sentido.”

Parabéns! Rita Ferro.

José Eduardo Taveira

 

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Sobre José Eduardo Taveira

Nasci no Porto. Trabalhei em diversas empresas nacionais e multinacionais, exercendo cargos directivos. Actualmente estou liberto de compromissos profissionais, usufruindo a liberdade de viver como gosto e quero. Publiquei três livros intitulados: "Juntos para Sempre","Histórias de Pessoas que Decidi Divulgar" e "Viagem ao Princípio da Vida". Os dois primeiros em Portugal e o último no Brasil.
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