Educação e Poesia

Excerto da minha intervenção “Educação e Poesia” durante o Festival de Poesia de Lisboa, que se realizou no passado dia 23 de Abril no Hotel Holiday-Inn Lisboa – Continental.

Obrigada pela atenção dispensada e por todas as gentilezas que me foram dispensadas.

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Vida, Um Pão e Um Sorriso

Vida, Um Pão e Um Sorriso

Macedo Teixeira

Ao romper da manhã, acordara com o som magnífico do chilrear dos passarinhos, sentira-os naquele momento um pouco mais intensos do que era habitual, até parecia que no seu frenesim queriam também chamá-lo lá para fora.

Sondara no seu silêncio de encanto e fora desinteressadamente concluindo: “Sossega, homem, que é a primavera, ela com os seus sinais. Olha que não é outra coisa, não é mais do que isso, apenas sinais!…” Às vezes, sem sabermos porquê, prega­‑nos uma tal discórdia e ficamos tão tontos que já nem a beleza das estações do ano nos traz alegria para vivermos melhor nem consolo para superarmos as nossas angústias na diminuição do sofrimento.

Mesmo assim, um pouco indiferente à curiosidade, não resistira em abrir as janelas na direção daquela melodia harmoniosa, apesar de um pouco mais persistente do que o habitual, pois ainda antes de se ter arranjado e feito a sua higiene matinal, sentira-se desafiado pela surpresa que entretanto o inspirava, para ir ver sem ter desejado nem saber que ficaria tão de repente encantado com o ambiente que observava e que, naquele momento, despertava em si a diferença da certeza de estar a viver uma felicidade para além da simples rotina.

O ruído pela abertura das janelas afastara os pássaros em alvoroço, que, voando num torvelinho, fizeram uma tangente à vidraça, fora um movimento tão singular no significado, que se traduzira como se lhe quisessem agradecer por ter atendido ao pedido.

Mas quem dera que ao menos soubessem eles que o estavam a presentear com uma das mais belas surpresas da nossa existência: acordar para a vida e vivê-la para além das nossas vidraças.

Quedado no silêncio da quietude que vislumbrava, sentira-se por instantes atraído para longe; depois, tocado pelos raios solares, pudera ver ao perto entre o espaço verdejante as tonalidades da manhã, que também acordavam consigo. Ainda pudera, por algum tempo, distinguir naquele quadro natural, algumas árvores que se agitavam para o nascimento das folhas e das flores, que, entretanto, em pequenos berços se vão formando entre as pernadas e, ao prepararem-se, vão-se alegrando para receberem os frutos que delas hão de nascer.

Mas os passarinhos, que naquela manhã procederam no alvoroço com mais insistência, não quiseram senão que ele visse também uns cordeirinhos que, ladinos, iam correndo atrás das mães, que sem canseiras procuravam alimento para comerem. Que também visse que eles não só as não deixavam livres nos movimentos como lhes tocavam sempre com as patitas para as fazerem parar e assim poderem mamar até à satisfação.

Que quadro maravilhoso, que sinais tão evidentes! A Criação e as criaturas, como são fascinantes as belezas da relação maternal na fartura das dádivas de Deus.

Neste esplendor momentâneo, imaginara imenso, recordara-se de si e dos outros, recordara-se das criaturas e do Universo; descobrira como no imprevisível da mente, perante a pobreza do infeliz, há sempre forças inexplicáveis que a transformam e a levantam.

Desejara ter ficado por ali, aquele quadro natural enchera-o de luz e de força para se erguer de novo e voltar a dar conta da beleza do Tempo e das Formas; acordar para a vida e vivê-la para além das vidraças.

Mas naquele chamamento de primavera, havia também algo de estranho e doloroso, o sinal de carinho daquelas aves fora de preparação para uma realidade que contrastava com a paz que sentira, e que haveria de ver com amargura uns minutos depois no caminho que entretanto continuara a peregrinar; o caminho da existência e das suas contradições.

Folheara as primeiras páginas duma revista de notícias e dera de caras com uma criança que levava uma braçada de tijolos, trabalho infantil, trabalho para matar a fome de famílias pobres. Andara um pouco mais e, em evidência, na terra árida sobre o pó, elevavam-se uma malga de alumínio e um tacho empastado de terra para cozinhar sabe-se lá o quê. Junto deles e naquela solidão, prostravam-se duas crianças com uns olhitos que olhavam perdidos no fundo da escravidão; pois daquela terra só as lágrimas poderiam fecundar. E ainda antes de chegar ao fim da leitura, já quase a soluçar, deparara-se com uma mulher ainda jovem que, sentada sobre uma lixeira, lia um livro, a prenda que fora rejeitada e que ela recebera como prémio de sufocar entre o lixo com as roupas sujas de lama para poder procurar o pão.

Dali em diante, agradecera em silêncio àqueles pássaros que o fizeram acordar de novo para a Vida, gritara por auxílio e socorro de todos e pensara no que haveria de levar para o Caminho.

Solicitara aos Ricos de todo o Mundo: “Uni-vos! Socorrei os pobres e famintos, que a sua vida é o vosso suor do rosto.”

Prometera, desde então, levar consigo a Vida, um Pão e um Sorriso.

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Excelente cartoon

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O Dia dos Namorados e a sua origem

O Amor comanda o mundo, e este seria um lugar muito melhor se os seres humanos seguissem o postulado de praticar o amor em vez da guerra. Nesta época de exageros de “dia internacional de tudo e mais alguma coisa” – até a constante matemática π (pi)  tem o seu dia, a 14 de Março – este sentimento sublime que é o Amor não poderia ser esquecido.

A origem do Dia dos Namorados – ou de São Valentim, se preferir – é um pouco obscura, mas uma coisa parece clara: é um tributo a um dos sete santos que (segundo a tradição) se chamavam Valentim e eram festejados a um 14 de Fevereiro. São Valentim de Terni viveu em Roma, onde era médico e também padre cristão, durante o reinado do imperador Cláudio II, e a sua personalidade corresponde singularmente à de um patrono dos namorados e de todos aqueles que se amam.

Sob Cláudio II, Roma encontrava-se envolvida em sangrentas campanhas militares, e o descontentamento popular alastrava de dia para dia, sobretudo por parte dos jovens. O imperador experimentava cada vez mais dificuldade em recrutar voluntários para as suas legiões, o que o exasperava. Convencido de que a razão se devia ao facto de que os Romanos preferiam ficar junto das mulheres e dos filhos em vez de se alistar, Cláudio decidiu anular todos os casamentos no império romano.

Esta medida injusta provocou ainda mais descontentamento entre os jovens e eles procuraram alguém que os pudesse ajudar. A escolha caíu em Valentim, um jovem médico e padre cristão conhecido pela sua actividade junto dos cristãos, que a ele igualmente recorriam para serem unidos pelas sagradas leis do matrimónio. Assim, apesar da lei promulgada pelo imperador, Valentim continuou a realizar em segredo o matrimónio de quem a ele se dirigia. Um dia, infelizmente, o imperador tomou conhecimento do facto, e Valentim foi apanhado. Compareceu perante o imperador e este tentou convertê-lo ao paganismo, mas quando se apercebeu de que Valentim, por sua vez, tentava convertê-lo a ele ao cristianismo, Cláudio ficou furioso e condenou Valentim à morte por decapitação.

Enquanto Valentim esteve preso, recebeu a visita de muitos jovens, homens e mulheres; entre estas últimas encontrava-se a filha do guarda da prisão, a jovem Agostina, que era cega e uma das doentes de Valentim. Tornaram-se amigos e Valentim apaixonou-se por ela. No dia da sua execução, Valentim enviou-lhe uma mensagem de adeus na qual tinha embrulhado uma flor de açafrão, uma das plantas medicionais que costumava usar para fins terapêuticos. Quando Agostina abriu a mensagem, recuperou imediatamente a vista e pôde ler as palavras “Do teu Valentim”. Esta última mensagem de Valentim tornar-se-ia simbolicamente na primeira mensagem do Dia dos Namorados. Segundo a lenda, junto à sepultura de Valentim foi plantada uma amendoeira de flor cor-de-rosa, símbolo de amor eterno. Valentim foi decapitado a 14 de Fevereiro de 269.

Durante séculos, os Romanos vinham celebrando anualmente a 15 de Fevereiro a festa das Lupercais em honra do deus Pã (ou Luperco), deus protector dos rebanhos e dos pastores; esta festa passou mais tarde a ser celebrada em honra de Juno, esposa de Júpiter e deusa-mãe de todos os deuses e deusas romanos, também deusa das mulheres casadas e do matriónio. O 14 de Fevereiro, véspera da festa das Lupercais, era também o dia dos jogos do amor: escreviam-se em pedacinhos de papel os nomes de raparigas romanas; estes papelinhos eram metidos num recipiente e tirados à sorte pelos jovens romanos. Os casais assim constituídos permaneceriam juntos durante todo o festival ; às vezes acabavam por se apaixonar e casar.

Por volta do ano 496, o Papa Gelasius quis pôr fim a estas festas pagãs; para isso, substituiu os nomes das jovens pelos de santos, e o jogo consistia em que tanto os homens como as mulheras tirassem à sorte um nome de santo, cuja vida deviam tentar imitar ao longo do ano. Esta medida não agradou aos jovens romanos, e a igreja procurou contornar a questão, substituindo o deus pagão Pã (ou Luperco) por um santo padroeiro do amor. Como o dia dos jogos do amor coincidia com o dia da morte de São Valentim, este foi escolhido para padroeiro dos namorados ; na tradição cristã da época, os santos eram normalmente festejados no dia de aniversário da sua morte.

O costume de procurar uma companheira por meio de uma mensagem foi perpetuado ainda durante séculos depois de ter sido banido pela igreja cristã, mas neste caso o jovem enviava à eleita do seu coração uma mensagem de amor escrita por mão própria e contendo o nome de Valentim. A primeira mensagem do Dia dos Namorados foi decerto copiada desta tradição

Segundo os registos históricos, o primeiro cartão do Dia dos Namorados foi enviado por Carlos, duque de Orleãs, a sua mulher em 1415 ; ele encontrava-se então prisioneiro na Torre de Londres.

Com o decorrer dos séculos, outras tradições vieram juntar-se à festa do Dia dos Namorados, e hoje em dia tornou-se um filão para os comerciantes e uma amadilha para os consumidores pouco informados.

Afinal, o importante é mostrar o nosso afecto a quem amamos. E para isso não precisamos de nos arruinar : um belo cartão escolhido com carinho e algumas palavras vindas directamente do nosso coração pode ser a mais bela das prendas.

Feliz Dia dos Namorados para todos os que se amam!

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O Beijo

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Novas actualizações em Barry4kids.net

Para começar o ano com boas notícias: a estória ERA UMA VEZ UMA CASA, que recebeu um prémio num concurso literário em França e foi premiada no Festival do Livro de Hollywood em 2013, acaba de ser publicada em mandarim por uma editora de Taiwan!

livro_house_chinesBOAS LEITURAS
Podem comprar o livro em português na Livraria Leya na Barata, em Lisboa, ou em-linha no Sítio do Livro. Preferem ler em formato electrónico (ebook)? Então vão a qualquer sítio da Amazon e, se não tiverem um Kindle, descarreguem a aplicação gratuita para lerem no computador, no iPhone, iPad, BlackBerry ou Android Phone. Aqui ficam, pois, as  sugestões de leitura.

CAPA_le_ciel_est_en_fete_PT copyISBN 9789896913731
ASIN B005AK2Q7K
Era uma vez casa copyISBN 9789899737525
ASIN B00UDM6SOW
capa_piloto_lassie_pt (400xASIN B004F9P81S

O tema deste mês no Barry4kids é sobre os animais da quinta e inspirou as várias actividades deste mês. A propósito, o conto do mês chama-se O Príncipe com Orelhas de Burro,

O que podem as crianças ainda LER e FAZER no Barry4kids?

Procurem que muito encontrarão. Desejo que as crianças de todas as idades se divirtam com as actividades do Barry4kids, e para enviarem uma mensagem ao cão Barry podem usar o formulário que lá encontram. E se quiserem receber o seu infoboletim com regularidade, têm de pôr o sinal na casa respectiva. Até breve.

 

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“Contrastes / Natureza vs Urbano”

Até 31 de Janeiro de 2016, ainda pode ver a exposição de fotografia “Contrastes II”, baseada no livro “Contrastes / Natureza vs Urbano” editado pelo Sítio do Livro.

cartaz web

Esta exposição está patente no Centro Comercial Central Park (piso 0), em Linda-a-Velha

contrastes_3D_ok (blog)

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Sítio infanto-juvenil Barry4Kids – regresso às aulas

Tenho o prazer de vos enviar as actualizações de regresso às aulas do sítio infanto-juvenil Barry4Kids. Boas leituras!

As crianças e os jovens já retomaram o caminho da escola e o Barry, anfitrião do sítio infanto juvenil Barry4Kids, tem as seguintes actividades a propor.

CANIDEOS é o tema deste mês… aprender

PINGUIM E A FIGUEIRA
o conto proposto, fala-nos sobre um maroto de um cão que tem um pequeno defeito. Qual é o seu defeito?… ler

BOAS LEITURAS
aqui vão algumas sugestões de livros, um dos quais premiado em Hollywood e em França:

CAPA_le_ciel_est_en_fete_PT copyISBN 9789896913731
ASIN B005AK2Q7K
Era uma vez casa copyISBN 9789899737525
ASIN B00UDM6SOW
capa_piloto_lassie_pt (400xASIN B004F9P81S

O que podem as crianças ainda LER e FAZER no Barry4kids?

CONHECER
cães com funções… conhecer

CONHECER
raças caninas… conhecer

COLORIR
desenhos sobre o Barry4kidscolorir

MATEMÁTICA
fácil com o cão Pinguimfazer

RECEITAS
fáceis e gostosas… fazer

ARTIGOS DE CRIANÇA
Com os desenhos únicos do Barry4kids… ver

t-shirt_150x150_Front_Color-White magnet
barry_teddy_bear_blue

Desejo que as crianças de todas as idades se divirtam com as actividades que encontram no sítio do Barry, e para enviarem uma mensagem ao cão Barry podem usar o formulário que lá encontram. E se quiserem receber o seu infoboletim com regularidade, têm de pôr o sinal na casa respectiva.

Sobre a Autora
Autora premiada no 2013 Hollywood Book Festival nos Estados Unidos e em concursos literários na Europa,incluindo o 2013 London Book Festival, Dulce Rodrigues publicou seis livros infanto-juvenis e dois livros de viagem. Fala seis línguas vivas e traduz os seus próprios livros. Natural de Lisboa, cidade que a viu crescer e onde fez um curso universitário em Letras e Literaturas, viu-se atribuir mais tarde uma bolsa de estudos pelo Goethe-Institut na Alemanha e uma outra para um curso cientifico com a Open University no Reino Unido, o que a levou a viver em vários países da Europa. Depois de uma carreira profissional como tradutora de inglês e alemão junto das Forças Militares Norte-Americanas na Alemanha, e como funcionária internacional da OTAN, organização de que se encontra aposentada, divide agora o seu tempo entre as viagens de afecto e de recreio e os livros – como leitora e como autora, sobretudo para crianças, para as quais criou também o projecto www.barry4kid.net (em quatro línguas).  É apaixonada por História, em especial a riquíssima História de Portugal, de que tem feito tema das suas conferências e de artigos publicados em jornais e revistas. Gosta também de jardinagem, fotografia, arte, viagens, música e animais.

 

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Feira do Livro do Porto – convite

Tenho o prazer de vos convidar para a sessão de autógrafos do meu mais recente livro infanto-juvenil – HÁ FESTA NO CÉU – que terá lugar na Feira do Livro do Porto no próximo domingo, dia 20, das 14 às 15:30 horas, no stand Alêtheia n° 30.

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Ficarei muito feliz por poder rever, ou conhecer pessoalmente, todas(os) que aceitem o meu convite e venham à feira nessa ocasião. Aguardo a vossa visita.

Há Festa no Céu foi publicado por Sinapis editores. Quanto ao ebook respectivo, encontra-se à venda em todos os sítios da Amazon. Também disponível em versão francesa. Ambas as versões, portuguesa e francesa deste conto, foram lançadas no Salão do Livro de Genebra 2015.

Adaptada de um conto do folclore brasileiro, esta peça de teatro passa-se algures na luxuriante floresta tropical amazónica, onde existe grande alvoroço entre a passarada por causa de uma festa no céu. Que grande desilusão, contudo, para os outros animais da floresta que também gostariam de participar, especialmente para o sapo, que não compreende que animais sem asas não podem voar até às alturas do céu.

Para atingir os seus fins, o bom do nosso amigo Sapo inventa um estratagema, mas… afinal é ele que vai sofrer as consequências da sua própria brincadeira…

Neste divertido conto, todos os animais são dotados do dom da palavra, fantasia ficcional que acentua o cunho contemporâneo deste conto clássico, a que vêm dar mais colorido algumas rimas cantadas pelo coro dos animais.

As ilustrações a cores são da autoria da ilustradora luxemburguesa Andrée Staar.

Para mais informações ou para implementar um projecto de leitura, ou a representação desta peça de teatro por profissionais ou amadores, favor contactar Sinapis editores.

Sobre o carácter pedagógico das peças de teatro
As peças de teatro infanto-juvenis podem ser utilizadas como fonte de leitura na sala de aula ou em actividades depois das aulas, durante as quais os alunos não terão necessidade de memorizar os textos mas simplesmente de os ler. Não é preciso um palco, pois o espaço que existe numa sala de aula chega para o efeito. O principal objectivo neste caso são a leitura do texto e a expressão vocal e gestual. A experiência tem mostrado que crianças e jovens pouco interessados pelos livros ou que sentem por vezes dificuldades na leitura ganham confiança e gosto em ler à medida que começam a poder gerir textos de teatro (guiões) de dificuldade média.

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Como é importante aprender a fazer jogos e consequentemente pode levar a comprar o meu livro

Aprender como fazer jogos pode levar a melhorar o seu brio profissional e abre portas para quase tudo.
Ora veja alguns exemplos.

Jogar o próprio jogo para implementar inteligência nele
Há muitos jogos que desenvolvem a inteligência e conseguir jogar esses mesmos jogos ajuda a fazer um bot para jogar o jogo sozinho. Construir um bot para jogá-lo é mais uma forma de treinar e pôr à prova as suas capacidades, bem como de implementar muitos conhecimentos.

Matemática
O computador é uma ferramenta matemática, independentemente do que faça com ele quer tenha sentido ou não. A matemática tem implicações nas engenharias, jogos, economia, finanças, contabilidade, medicina e em muitos outros aspetos da sociedade.

Economia
Há empregos que pedem conhecimentos de economia mais conhecimentos de data Mining. No filme “Limitless”, o drogado que ganhava muito dinheiro usava também algoritmos genéticos.

Psicologia
Em computação gráfica você aprende psicologia, quando tem de definir a feição das personagens seja criança, zangado, etc.
O seu bot pode aprender por tentativa e erro para o vencer num jogo.
Programação neuro-linguística e representação simbólica são excelentes exemplos.
Há outras aplicações possíveis, que mesmo sendo verdade e resultem melhor em termos práticos, não quer dizer que sejam aceites.

Filosofia
Modelo de pensamento crenças-intenção-desejo.
Ramo da metafísica denominado de ontologias. A lógica binária.
Entre outras matérias possíveis, mas estas são as mais famosas.

Engenharia em geral
A maior parte das linguagens de simulação são orientadas a objetos. Há jogos feitos em Java e Java é uma linguagem de programação orientada a objetos. Veja a história para perceber a relação entre as linguagens de programação e as linguagens de simulação.

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