Angola no coração, Angola em poesia

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Todo o Merchandising colável da Obra Angola no coração, Angola em poesia

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Publicado em por cmanuelsimoes | Deixe um comentário

ler, escrever e gossip

 

 
“…as if biographers were afraid that the work might be diminished by a life that was less than noble.”
 
A propósito deste irónico texto de Tim Parks  em que ele escreve sobre  a necessidade que alguns biógrafos e  críticos manifestam –  à viva força, meter-se na vida de quem escreve. Gossip, dirão alguns , que tem isso que ver com a obra em si? Que tem isso de importante, diria eu, mais uma vez socorrendo-me de um  provérbio  bem português em que convento rima com o que lá vai dentro.
 
 
 
Quando leio um autor prefiro não o conhecer. O que ele escreve terá alguma coisa que ver com o que ele é, o que aparenta ser, a máscara escolhida, a canção para nos acordar, para nos adormecer,talvez. Mas  ele escreve por paixão, só assim será poema, cantam, a escrita dele é o vómito diário, sem o qual não vive, se envenena. o desabafo, o espaço fora do vazio, a expiação. prefiro nem saber que está morto ou vivo, que vive com as ervinhas debaixo do chão ou que morre, se vai morrendo de bicas e tabacos, do tédio desta terra, de si mesmo e do outro. prefiro-o a viver em mim, nas palavras ajuntadas, feira-da-ladra das palavras, velhas novas, coloridas ou cinzentas, escuras ou luminosas. aproveitadas, recicladas, trabalhadas em ouros e marfins ou restos de folha e plástico. Ler é ser só eu a lê-las. Escrever é capturá-las, usá-las, sodomizá-las para paisagens novas que vão rolando, rolando se liquefazendo no íntimo de si per omnia saecula saeculorum, se reinventando para o outro, para dar. 
 
 
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Angola no coração, Angola em poesia

Merchandising – Crachá para a lapela. Oferta nos dias de lançamento. Mais brindes estão à sua espera. A máquina de campanha está em marcha !Image

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Angola no coração, Angola em poesia

A viatura ao serviço da Obra.Image

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Angola no coração, Angola em poesia – Merchandising

MERCHANDISING DA OBRA – Caraterizado um veículo promocional da obra. Leiria ouvirá os sons de Angola. Flyers prontos a distribuir. Primeira ação de divulgação – Sábado – Mercado de Leiria – Presença do autor Carlos Simões. Brevemente fotos !

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LIVROS – INQUÉRITO FEITO EM 2013 NOS ESTADOS UNIDOS

Todos sabemos que o mundo da edição mudou, tanto para autores como para editores. Vendem-se actualmente mais livros electrónicos do que em papel (77% para 52%). Mas estes últimos não vão desaparecer, pelo menos em algumas categorias, como os livros de Arte, de Património Natural ou Arquitectónico, ou de Fotografia. Os romances, novelas e outros géneros mais populares como mistério e ficção científica, porém, deixarão de ser publicados em papel dentro de médio ou mesmo curto prazo.

No que diz respeito aos livros para crianças, as tendências ainda não se encontram bem definidas. Pessoalmente, vendo mais livros electrónicos do que em papel, por isso, contrariamente ao que gostaria de fazer, tenho vindo a optar por este tipo de edição.

Apercebi-me também de que os dois tipos de leitores são diferentes: os leitores de livros de papel continuam a ser controlados pelos meios de comunicação e as grandes editoras, comprando livros de autores cujos rostos aparecem constantemente nos jornais, revistas ou na televisão – numa palavra, os que têm o monopólio das prateleiras nas livrarias e cujos nomes são constantemente mencionados. Numa entrevista na sequência do prémio que recebeu recentemente, Mia Couto disse algo que é uma confirmação desta realidade. Ele referiu que a maioria das pessoas que lhe tinham comprado livros nem sequer sabiam ler.

Aqueles leitores que preferem o suporte digital como veículo de leitura são mais livres e não se deixam influenciar do mesmo modo.  Segundo o inquérito em questão, a 64% desses leitores não interessa saber que editora publicou o livro, é assunto a que não ligam. 33% disse que dava alguma inportância a isso, e 4% disse que o nome da editora era o que definia a escolha.

Relativamente a críticas literárias sobre os livros, ainda dentro da publicação digital, 53% dos leitores deixa-se um pouco influenciar pelas mesmas, 29% não lhes dá qualquer valor (possivelmente porque sabe que as grandes casas de edição pagam normalmente para as obter), e 18% são bastante influenciados.

Questionados sobre como escolhiam um livro, 35% dos leitores inquiridos conheceram novos autores por meio dos livros gratuitos e, se gostaram do que leram, 85% estaria disposto a depois comprar livros desse autor.

Um dos pontos que mais admirou quem analisou os resultados do inquérito foi o facto de que 60% dos leitores diz não seguir os seus autores preferidos no Twitter, enquanto 87% diz seguir os seus autores preferidos no Facebook.

Houve muitos outros pontos tratados, mas estes parecem-me os que mais importância podem ter para os autores “desconhecidos” do grande público, isto é aqueles que não fazem parte dos nomes e rostos (sempre os mesmos) veículados pelos meios de comunicação.

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Mercahandising – Angola no coração, Angola em poesia

Mercahandising – Angola no coração, Angola em poesia

A partir do próximo dia 28 de Fevereiro, a cidade de Leiria será inundada com Flyers e cartazes da obra.

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Angola no coração, Angola em poesia

O autor do prefácio desta obra Angola no coração, Angola em poesia, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa esteve fabuloso no seu discurso para o Congresso do PSD. Brilhante como consegue catapultar uma plateia, e consegue com verdadeira mestria agarrar um Partido, ávido de sábios que lhe transmitam a verdadeira essência da Social democracia, a pluralidade de opiniões, o consenso alargado, o espreitar o futuro com verdadeira sapiência, como se o discurso inaugural se tratasse. Bravo Professor !
 
Carlos Simões
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Angola no coração, Angola em poesia

Angola no coração, Angola em poesia, é uma obra de partilha, de amor ao próximo, de sofrimento, de vontade, de sobrevivência, um tributo aos que procuram todos os dias a vontade de viver. Tenho as apresentações marcadas para a 2ª semana de Março, em Portugal, e depois um périplo por Angola. Este livro é no momento um sinal de fé e esperança, uma ressurreição do tempo perdido, pela compaixão, pelos afetos. É uma marca do meu coração, coração despedaçado. É também uma marca da Vida, uma vida eterna, num beijo e abraço fraternal, que perdurará para sempre, como um elixir perfumado pelo Amor. Não pensei, e no momento não me sinto preparado para aceitar a perda da minha capa, aquela que me protegeu, amou, e me deu força de seguir pelo mundo. Amo-te tanto minha mãe, já sinto a falta da tua presença e alegria, para partilharmos com aquele sorriso a nossa dedicação de fazer um mundo melhor. Te prometo que não deixarei de fazer sempre aquilo que me ensinaste, estender as nossas mãos a quem precisa !

Carlos Simões

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