“A Paixão que Veio do Frio”

“Os corpos desnudos deixavam-se percorrer por mãos trémulas, ansiosas e suadas. Os lábios encontraram-se no silêncio e nos olhos que por momentos se fecharam…” excerto do meu romance “A Paixão que Veio do Frio” com previsão de lançamento para Outubro de 2011

José Guerra

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Frigga, a Deusa Aesir ( de Danilo Pereira )

Quando Wolfgang pensou que cairia diante do segundo demônio Leviatã, ele gritou o nome de Frigga que prontamente o atendeu. A Deusa surgiu sobre o feroz céu e ajudou o nórdico a superar o desafio.

Os Deuses nórdicos sempre atendem ao chamado dos guerreiros, se estes é claro, possuerem um espírito muito forte e muita fé.

Obra Wolfgang, o guerreiro nórdico.

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Beijo-te o céu que se esconde na tua boca, pinto-te o sol de nuvem cinza que o laranja se adormece quando nos teus lábios me perco…..

José Guerra (2011)

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Imer ( de Danilo Pereira )

Imer é um gigante de gelo que vive nas montanhas geladas do norte. Ele foi a primeira criatura criada pelos Deuses e de seu suor, nasceram todas as outras criaturas.

Na obra, Imer foi castigado por Loki ( o senhor do inferno ) e passou a carregar gigantescas correntes como punição. Sobre sua montanha, paira uma maldição e Wolfgang, o ajuda a desfazer tal encanto.

O gigante de gelo é diferente dos demais gigantes e titãs que vive em Jotunheim, ele é sábio e vive em sua caverna no alto das montanhas, onde é venerado pelos bárbaros e demais povos do norte.

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Eras tu..a primavera que não tive….

Quisera o amor dizer-me que eras tu a primavera que não tive…

José Guerra (2011)

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Aproveite as Férias…Leia e divulgue…

       

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Até Sempre

Rita Lacerda

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Lendas dos Açores e da Atlântida

“Uma princesa Atlante passeava frequentemente por estes montes e conheceu nos seus passeios um jovem pastor. Encontravam-se frequentemente e, da convivência, foi crescendo um sentimento forte e acabaram por se apaixonar. Mas o rei tinha a princesa prometida a um príncipe de um reino vizinho e, quando lhe comunicou isso, ela ficou muito triste. Fugiu e veio para aqui, ter com o pastor, e contar-lhe sobre o infortúnio que lhes coube. Os dois choraram sem parar. E choraram tanto que deram origem a estas duas lagoas, a Azul proveniente das lágrimas dos olhos azuis da princesa e a Verde dos olhos verdes do pastor.”

Assim nos conta João, nos Sonhos da Atlântida, uma das lendas que ligam aquelas ilhas ao mito da Atlântida.

A lenda principal é uma mistura de fantasia com os relatos de Platão e reza assim:

Lenda dos Açores e da Atlântida

Há muitos milhares de anos havia no meio do Oceano Atlântico um grande e poderoso continente onde viva o povo Atlante.
O continente era formado de imensas montanhas, florestas de grandes e frondosas árvores, e planícies férteis que podiam produzir mais que uma colheita por ano.
A civilização atlante era próspera, tecnicamente avançada e humanamente irrepreensível. Raiava o que era considerado a perfeição e era protegida pelos Deuses, especialmente Poseidon.
Sábios e artífices sabiam trabalhar todo o tipo de materiais da terra e só eles tinham um metal, mais precioso que o ouro, denominado oricalco.
Mas tinham também vários inimigos…

Lendas dos Açores e da Atlântida

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Chuva que se deixa chover…

Chuva que se deixa chover, surda, impávida, serena, encharcada no silêncio, húmida como o breu, divina como as lágrimas de Zeus…

José Guerra (2011)

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Wolfgang, o guerreiro nórdico ( de Danilo Pereira )

Convido a todos os fãs de mitologia nórdica para se aventurarem em minha obra wolfgang, o guerreiro nórdico. E para quem ainda não se aventurou, fica aqui meu convite para conhecerem este novo e extraordinário guerreiro.

Autor, Danilo Pereira

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“São os loucos de Lisboa”

“Nascemos, vivemos, morremos…não necessariamente por esta ordem!”…

O grande problema de muita gente é precisamente este; trocar a ordem natural das coisas, baralhar-nos… Falta sentido, ou deverei dizer significado, já que Saramago dizia que os dois não eram exactamente a mesma coisa?
Mas de quem é a culpa? Existe um culpado para estas confusões? Para onde foi o sentido de justiça do mundo e das pessoas…quem decide?

O mundo está louco. Ou, no fim de contas, nunca esteve de outra maneira!

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