Author Archives: José Eduardo Taveira

CONTOS TRADICIONAIS DO POVO PORTUGUÊS: A filha do lavrador

A filha do lavrador Era uma vez um príncipe; todas as vezes que vinha lavar-se à varanda do seu quarto, via defronte a filha de um lavrador, que era muito linda. Ora naquele tempo a verdadeira nobreza era a dos … Continuar a ler

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PRÉMIO CAMÕES – 2010 – FERREIRA GULLAR

Ferreira Gullar (São Luís, Maranhão, Brasil, 1930). Poeta, dramaturgo, tradutor e ensaísta recebeu, numa cerimónia realizada no Rio de Janeiro, Brasil, o Prémio Camões. Instituído pelos governos português e brasileiro em 1988, o Prémio Camões distingue, anualmente, um autor que, … Continuar a ler

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GAGO COUTINHO E SACADURA CABRAL – Primeira travessia aérea do Atlântico Sul

Gago Coutinho (Lisboa, Portugal, 1869 – 1959) foi geógrafo, navegador, historiador e oficial da Marinha Portuguesa. Sacadura Cabral (Celorico da Beira, Portugal, 1881 – Mar do Norte, Oceano Atlântico, 1924) foi aviador e oficial da Marinha Portuguesa. Faleceu quando voava … Continuar a ler

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CANCIONEIRO POPULAR – Frutos

Frutos Tanto limão, tanta lima, Tanta silva, tanta amora; Tanta cachopa bonita, Meu pai sem ter nora! Tenho uma maçã doirada Ao canto do meu baú, Para dar ao meu amor, Queira Deus que sejas tu. Dá-me da pêra parda, … Continuar a ler

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Gente da Terceira Classe

José Rodrigues Miguéis (Lisboa, Portugal, 1901 – Nova Iorque, EUA, 1980). Pertenceu ao grupo Seara Nova. Palavras de José Rodrigues Miguéis: “Quando erro – e tenho errado muito – pergunto sempre: Poderia eu ter errado melhor?!   Gente da Terceira Classe … Continuar a ler

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Carta de Florbela Espanca ao seu irmão Apeles

Meu querido irmão Certamente te irá surpreender e penalizar a minha carta, mas entendo que é melhor dizer-te eu própria tudo o que há de novidade, em vez de deixar que aos teus ouvidos cheguem malevolências que te podem dar … Continuar a ler

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CANCIONEIRO POPULAR – Sou varina, sou varina

Sou varina, sou varina Oh, ai! Sou varina, sou de Ovar; Se eu sou varina ou não Oh, ai! Reparem no meu trajar. Reparem no meu trajar Oh, ai! Raparem pr’á canastrinha; A andar de porta em porta: Oh, ai! … Continuar a ler

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DECLAMADORES – JOÃO VILLARET

João Villaret (Lisboa, Portugal, 1913 – 1961). Estreou-se profissionalmente no Teatro Nacional D. Maria II, integrado na Companhia Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro. Representou Gil Vicente, Shakespeare, Eugene O´Neill, Bernard Shaw, Almeida Garrett, entre outros dramaturgos. Esta Noite Choveu Prata, peça … Continuar a ler

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MULHERES PIONEIRAS – ILDA AURORA PINHEIRO DE MOURA MACHADO

Ilda Aurora Pinheiro de Moura Machado (Porto, Portugal, 1918 – 2000). Licenciou-se em Matemática, Engenharia Geográfica e Ciências Pedagógicas. Foi membro do Sindicato dos Engenheiros Geógrafos e trabalhou na Empresa Nacional de Estudos Técnicos. Frequentou aulas de meteorologia na Faculdade … Continuar a ler

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CONTOS TRADICIONAIS DO POVO PORTUGUÊS – O caldo de pedra

O caldo de pedra Um frade andava ao peditório; chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada. O frade estava a cair com fome, e disse: — Vou ver se faço um caldinho de pedra. … Continuar a ler

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