Author Archives: José Guerra

Dispo-te do preto cetim que te beija o corpo…

Dispo-te do preto cetim que te beija o corpo Toco-te a medo aspergindo rosa perfume Sentes o desejo que te invade o corpo Entro em ti como labaredas de lume José Guerra (2011)

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Se um dia as palavras se calarem….

Se um dia as palavras se calarem, é porque os ecos que as ouvem não se murmuraram por não se deixarem dizer… José Guerra (2011)  

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O silêncio gritante das minhas palavras….

“O silêncio gritante das minhas palavras irrompem nos céus onde apenas tu ouves o mais belo poema de amor que os teus olhos leram” in “Pura Inspiração”, José Guerra (2011)  (Clicar)

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Amor…já viste a lua hoje?

Amor já viste a lua hoje? Ela brilha porque o nosso amor existe Porque assim eu lhe disse Para que o céu deixasse de ser triste José Guerra (2011)

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Os loucos navegam insanos….

Os loucos navegam insanos, partindo-se sem saber, sem volta que os carregue, sem estrela que os protege, mas partem assim mesmo, sem nada dizer, talvez por se saber, que jamais voltam a ser… José Guerra (2011)  

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As naus consumidas pelo tempo, deixaram-se dizer pelas sombras de ontem, memórias esquecidas nos ventos soprados, livros fechados, mar crispado, sal derramado, nas lágrimas sem pecado, sim…por te ter amado José Guerra (2011)

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Murmuram-se as ondas…

Cala-se o silêncio, murmuram-se as ondas, beijam-se as nuvens que se navegam, morre-se o dia nas gentes que se quebram, choro a dor do amor que me levam… José Guerra (2011)

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Uma nesga de luz…

É apenas uma nesga de luz que de mim se esconde persisto… ela me foge afago-a, ela me cora beijo-a, ela me chora abraço-a, ela me adora, amo-a, ela me devora, choro-me, entrego-me na hora sucumbe-me e vai embora morro-me … Continuar a ler

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A Paixão que Veio do Frio

Olá a todos, É com grande satisfação e orgulho que vos anuncio que está em curso o meu 1º romance a lançar mais para o final do ano, intitulado, ” A Paixão que Veio do Frio”. Este romance desenrola-se no … Continuar a ler

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O mar não se acordou….

O mar não se acordou, por lá ficou na névoa que se perdeu…que se ouvia, mas não falava…. José Guerra (2011)

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