QUANTO A PROFESSORES

QUANTO A PROFESSORES

Não são os professores que estão a mais, meu caro senhor ministro, mas sim os meios de produção de que dispomos que estão a menos, para que Portugal possa pagar um sistema de ensino de qualidade.

Se temos alguns professores de má qualidade, ou impreparados, ai é outro assunto, mas mesmo que seja essa a questão, nunca a vamos conseguir resolver sem mais (e melhores) meios de produção, para os colocar nas áreas em que sejam úteis; as pessoas querem simplesmente viver e ser úteis, o que me leva a concluir que são Vossas Excelências que estão a mais, na medida em que tentam, por todos os meios, impedir este povo de produzir, ter futuro, e, assim, viver e ser feliz.

Sabe que, em determinadas sociedades, os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem, assim como os que mais se distinguem, podem ter direito a professores individuais?É, (pode crer), a melhor maneira de excluir da sociedade os frustrados e os relvas…

Conhece a frase: “branco é galinha o pôs?) Significa a evidência das coisas; eu pergunto-lhe, quem endividou desta forma o País? As pessoas que trabalharam uma vida ou os políticos de consciência “minúscula”? Essa a questão…

Porque não esclarecem o Povo que tem passado a vida a pagar, (sem saber) as vossas dividas e os vossos maus negócios? A primeira banca rota não foi no tempo do ouro do Brasil? São séculos de incompetência, meu caro senhor, séculos…

No entanto, em muitas questões, (como no caso dos exames), estamos de acordo; mas, quanto ao resto, não…

José Solá

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Sobre jsola02

quando me disseram que tinha de escrever uma apresentação, logo falar sobre mim, a coisa ficou feia. Falar sobre mim para dizer o quê? Que gosto de escrever, (dá-me paz, fico mais gente), que escrever é como respirar, comer ou dormir, é sinal que estou vivo e desperto? Mas a quem pode interessar saber coisas sobre um ilustre desconhecido? Qual é o interesse de conhecer uma vida igual a tantas outras, de um individuo, filho de uma família paupérrima, que nasceu para escrever, que aos catorze anos procurou um editor, que depois, muito mais tarde, publicou contos nos jornais diários da capital, entrevistas e pequenos artigos, que passou por todo o tipo de trabalho, como operário, como chefe de departamento técnico, e que, reformado, para continuar útil e activo, aos setenta anos recomeçou a escrever como se exercesse uma nova profissão. Parece-me que é pouco relevante. Mas, como escrever é exercer uma profissão tão útil como qualquer outra, desde que seja exercida com a honestidade de se dizer aquilo que se pensa, (penso que não há trabalhos superiores ou trabalhos inferiores, todos contribuem para o progresso e o bem estar do mundo), vou aceitar o desafio de me expor. Ficarei feliz se conseguir contribuir para que as pessoas pensem mais; ficarei feliz se me disserem o que pensam do que escrevo… José Solá
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