Author Archives: José Guerra

Nos teus cabelos…

Mergulho nos teus cabelos descubro os dias que não tive arranco-te o perfume em silêncio com o desejo de um beijo que se percorre cego José Guerra (2011)

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A letra do teu nome…

A letra do teu nome perdi-a no leito mataste a prosa que te havia feito magoaste o verbo, não tinhas o direito partiste um dia assim sem jeito usaste a carne de que sou feito apenas deixaste dor no meu … Continuar a ler

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Dia Internacional do Poeta – 04/10

Ser poeta é ter no dom tristemente belo o sentir que não se sente, de voar sem ter asas, de estar ausente no presente, de ser sem estar, de estar sem ser, de ver na antítese o prazer de escrever … Continuar a ler

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Palavras por dizer…

Palavras por dizer Escritas com dor Saem sem eu querer Singelas com ardor Talvez por saber Que não mais me tens amor José Guerra (2011)

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Sol pardacento…

Sol pardacento, que te espreitas incerto Olhar funesto, sem se dizer Escondido, encoberto Por não se querer nascer José Guerra (2011)

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Retalhos da vida de um poeta…

Retalhos da vida de um poeta Que das folhas se esvaíram letras Que de amores se perdeu Nos poemas que te leu   José Guerra (2011)

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Suaves beijos intensos…

Suaves beijos intensos Da tua boca me saem Leves como o vento Que das nuvens se vão De amor nas flores bordado Na lágrima te sinto salgada Que do mar te trouxeste A sede me bebeste José Guerra (2011)

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Os loucos navegam insanos….

Os loucos navegam insanos, partindo-se sem saber, sem volta que os carregue, sem estrela que os protege, mas partem assim mesmo, sem nada dizer, talvez por se saber, que jamais voltam a ser… José Guerra (2011)    

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..na tua boca de cetim…

Deixa-me fazer-te um verso em alecrim na tua boca de cetim, deixa-me fazê-lo só para ti, ainda que me esqueça de mim…. José Guerra (2011)

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O sol deixa-se cair….

O sol deixa-se cair no horizonte, espreita do seu beiral enquanto se desenha longínquo nos telhados pintando silhuetas no olhar com se despede beijando a noite, sem nunca a ter visto… José Guerra (2011)

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